- A Corrente do Golfo, ou Circulação Meridional de Revolvimento do Atlântico (AMOC), pode estar morrendo, o que traria consequências catastróficas para o Hemisfério Norte, especialmente a Europa.
- Além das reduções de emissões, surgem ideias extremas para evitar o colapso, como resfriar o Ártico, lançar para‑sóis orbitais e fertilizar o oceano com ferro em grandes quantidades.
- Uma proposta recente, surpreendente para muitos, é avaliar o fechamento do Estreito de Bering como forma de manter o sistema em funcionamento.
- A AMOC é uma circulação oceânica que move água fria do norte para o sul, substituída por água quente que chega à superfície do sul, regulando temperatura e salinidade na região.
A Corrente do Golfo, ou Circulação Meridional de Revolvimento do Atlântico (AMOC), estaria enfraquecida e colocaria em risco o clima do Hemisfério Norte. Especialistas passaram a buscar soluções para evitar o colapso potencial.
Entre as propostas vistas recentemente estão o resfriamento do Ártico, lançamento de para-sóis orbitais e fertilização oceânica com ferro. Técnicas incomuns são avaliadas para reduzir impactos climáticos.
Uma ideia que ganhou atenção é a de fechar o Estreito de Bering, como forma de controlar a circulação de águas. Cientistas discutem cenários, custos e efeitos hidrológicos longos dessa medida drástica.
O AMOC funciona como um eixo de regulação térmica. Água fria afunda perto da Groenlândia e desloca água quente da superfície, influenciando temperaturas na Europa e outras regiões do Atlântico Norte.
Não há consenso sobre a viabilidade ou segurança de qualquer intervenção dessa magnitude. Pesquisas seguem para entender consequências ambientais, climáticas e econômicas.
Fonte: matéria publicada originalmente pelo portal Xataka, baseada em levantamento de discussões entre climatologistas sobre cenários de mitigação.
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