- Xuxa revelou, em entrevista ao Gshow, ter feito transplante capilar e comemora um ano de resultado, dizendo que as falhas no couro cabeludo sumiram.
- O procedimento envolve retirar unidades foliculares da área doadora para transplantá-las na região afetada.
- A técnica FUE é a mais procurada; FUT retira uma faixa de pele e deixa cicatriz linear, enquanto a FUE deixa cicatrizes puntiformes quase imperceptíveis.
- A inovação No-shave permite coletar fios sem raspar o cabelo, oferecendo pós-operatório mais discreto e retorno à rotina mais rápido.
- O transplante capilar é considerado seguro, com folículos do próprio paciente, mas a calvície não tem cura e exige tratamento clínico para manter o visual ao longo do tempo.
Xuxa revela transplante capilar e comemora resultados após um ano do procedimento. Em entrevista ao Gshow, a apresentadora afirmou ter eliminado as falhas visíveis no couro cabeludo e destacou o benefício de manter o pouco cabelo com melhor densidade.
A celebridade brasileira destacou que o avanço tecnológico tornou o procedimento mais Natural e com pós-operatório menos invasivo. A exposição de resultados ajudou a esclarecer dúvidas sobre calvície e opções de tratamento.
Segundo o Dr. Marcelo Nogueira, referência em transplantes capilares sem raspagem no Brasil, a técnica envolve a retirada de unidades foliculares da área doadora para a região calva, aumentando a densidade capilar.
O que mudou com as técnicas
Atualmente, a técnica FUE é a mais procurada, pois retira fios individualmente e deixa cicatrizes puntiformes pouco perceptíveis, ao contrário da FUT, que envolve uma faixa de pele e deixa cicatriz linear.
A inovação No-shave tem ganhado espaço por não exigir raspagem dos cabelos. O médico destaca que permite retorno rápido à rotina e oferece melhor aparência logo no pós-operatório, sendo indicada para aqueles que buscam discrição.
Segurança, resultados e manutenção
O transplante capilar utiliza folículos do próprio paciente, apresentando baixo risco de rejeição. Os fios transplantados não compartilham da genética da calvície, o que tende a ampliar a durabilidade dos resultados.
O especialista ressalta, porém, que a calvície não tem cura definitiva e que o acompanhamento clínico é essencial para preservar os fios naturais e manter o visual volumoso ao longo dos anos.
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