Em Alta Copa do Mundo NotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasPolíticaConflitos

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Universidade ganha inovação com R$13 milhões e 75% do aluguel para pesquisa

Passo Fundo Valley, distrito de inovação da UPF, recebe R$ 13 milhões e transforma até 75% do aluguel em pesquisa, mirando mil empregos

Passo Fundo Valley: novo complexo reúne laboratórios, coworking e áreas para empresas desenvolverem pesquisa aplicada
0:00
Carregando...
0:00
  • Passo Fundo, no interior do Rio Grande do Sul, inaugurou o Passo Fundo Valley, distrito de inovação da Universidade de Passo Fundo (UPF) com investimento de R$ 13 milhões.
  • O complexo ocupa 10 hectares no Campus I e amplia para mais de sete mil metros quadrados a infraestrutura de pesquisa, desenvolvimento e empreendedorismo.
  • O projeto abre 34 lotes destinados a empresas de base tecnológica, além de coworking, incubadora, laboratórios e arena para eventos, com previsão de superar mil empregos diretos quando plenamente ocupado.
  • O modelo financeiro permite que até 75% do valor pago pela ocupação dos espaços retorne às empresas na forma de investimentos em pesquisa, desenvolvimento e inovação.
  • Quatro empresas já assinaram termos para ocupar áreas do distrito, entre elas a Semicrop e a Stara, que já mantêm relações com a universidade.

Passo Fundo inaugurou o Passo Fundo Valley, distrito de inovação criado pela Universidade de Passo Fundo (UPF) com investimento de 13 milhões de reais. O espaço ocupa 10 hectares dentro do Campus I e amplia a infraestrutura de pesquisa, desenvolvimento e empreendedorismo da instituição.

O empreendimento traz 34 lotes para empresas de base tecnológica, coworking, incubadora, laboratórios e uma arena para eventos. A expectativa é gerar mais de mil empregos diretos com a ocupação plena do complexo.

Além de espaços físicos, o diferencial está no modelo financeiro: até 75% do valor pago pelas empresas pode retornar como investimentos em pesquisa, bolsas, estágios e desenvolvimento de tecnologias em parceria com a UPF.

Como funciona o modelo de uso

As empresas não compram terrenos; elas recebem direito de uso por 20 anos, renováveis por mais 20. Construirão suas próprias instalações, com grande parte do custo transformada em investimento direto na pesquisa da universidade.

Instaladas no ecossistema, as companhias passam a ter acesso a mais de 200 laboratórios, apoio de pesquisadores e infraestrutura científica já existente. A reitora Bernadete Dalmolin destaca que o objetivo é aproximar indústria e universidade para impulsionar pesquisa e formação de talentos.

Quatro empresas firmaram termos para ocupar áreas e têm seis meses para iniciar obras. Entre elas estão a Semicrop, startup de agrobiotecnologia, e a Stara, fabricante de máquinas agrícolas com projetos de tecnologia embarcada junto à UPF.

Contexto nacional de ecossistemas de inovação

O Passo Fundo Valley integra uma tendência de universidades brasileiras que conectam ciência e mercado. No Rio Grande do Sul, exemplos são o Tecnopuc, da PUC-RS, em Porto Alegre, e o Tecnosinos, da Unisinos, em São Leopoldo.

Especialistas apontam que o modelo pode ampliar a inovação além das grandes metrópoles, levando tecnologia e empregos a cidades médias do interior. A reitora ressalta que o Valley demonstra a possibilidade de atuação fora de grandes centros.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais