Em Alta Copa do Mundo NotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasPolíticaConflitos

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Uso de IA cresce em São Paulo, mas de forma desigual

Metade dos paulistas já utiliza inteligência artificial (IA); adesão é maior entre jovens, com ensino superior e renda alta, enquanto idosos ficam à margem

O uso é mais frequente entre jovens adultos, sendo que 74% dos indivíduos com 18 a 29 anos declaram utilizar a ferramenta
0:00
Carregando...
0:00
  • Metade dos paulistas pesquisados já utiliza inteligência artificial; a adesão varia com idade, renda e escolaridade.
  • Entre 18 e 29 anos, 74% afirmam usar a IA.
  • 64% dos que têm ensino superior consomem a tecnologia; renda familiar acima de dez salários mínimos pode superar 70% de adesão.
  • 61% veem a IA como benéfica, e 53% acreditam que ela pode substituir empregos.
  • Diferenças por faixa etária e gênero: cerca de 84% dos idosos não usam; homens adotam mais, enquanto mulheres utilizam em trabalho, estudo e lazer.

A pesquisa da Fundação Seade mostra que o uso de inteligência artificial (IA) cresce entre os paulistas, mas de forma desigual. Metade dos entrevistados relatou já ter utilizado a ferramenta, com variações ligadas a idade, renda e escolaridade. O estudo analisa adesão e percepção da IA na sociedade.

O grupo com maior participação é o de jovens de 18 a 29 anos, com 74% declarando uso. Entre quem possui ensino superior, 64% também consomem IA. Além disso, pessoas com renda familiar acima de dez salários mínimos apresentam adesão superior a 70%.

Existe diferença de gênero, com maior uso entre homens, ligado a demandas profissionais. Entre as mulheres, o uso é dividido entre trabalho, estudo e lazer. A faixa etária também explica a distância em relação à IA: 84% dos idosos não utilizam a tecnologia por desconhecimento, desconfiança dos resultados e falta de compreensão sobre utilidade.

A percepção sobre benefícios e riscos

Entre os paulistas, 61% enxergam a IA como algo benéfico. O otimismo é maior entre homens, adultos de 30 a 44 anos, com ensino superior e renda acima de três salários mínimos. Em contrapartida, 53% acreditam que a IA pode substituir empregos, evidenciando preocupações com o mercado de trabalho.

O estudo reforça a ideia de que o avanço da IA é visto como tema positivo em parte da população, mas também associado a desafios reais. A pesquisa destaca fatores de inclusão para ampliar o acesso, como educação digital e treinamento voltado a diferentes faixas etárias.

Desdobramentos regionais e sociais

A Seade aponta que, apesar do crescimento, ainda há lacunas de utilização entre grupos com menor escolaridade e menor renda. A construção de políticas públicas voltadas à alfabetização digital e à confiabilidade de ferramentas de IA aparece como cumpre-se com o objetivo de reduzir desigualdades no estado.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais