- Cerimônia em Los Angeles, em abril, premiou pesquisadores com US$ 3 milhões no Breakthrough Prize, conhecido como o “Oscar da Ciência”.
- O prêmio reconhece avanços em terapia gênica voltados a doenças raras e graves.
- Entre os laureados estão cientistas que atuam na terapia gênica para uma forma herdada de cegueira, para anemia falciforme e para a identificação de um gene relacionado à esclerose lateral amiotrófica (ELA) associada à demência.
- O Breakthrough Prize foi criado em 2012 por Sergey Brin, Priscilla Chan, Mark Zuckerberg, Julia Milner, Yuri Milner e Anne Wojcicki.
- Na coluna Decodificando o DNA, a professora Mayana Zatz comenta os prêmios e como eles podem acelerar terapias para as doenças estudadas.
O Breakthrough Prize, conhecido como Oscar da Ciência, premiou em abril, em Los Angeles, pesquisadores com US$ 3 milhões pelo avanço na terapia gênica.
A premiação foi criada em 2012 por Sergey Brin, Priscilla Chan, Mark Zuckerberg, Julia e Yuri Milner e Anne Wojcicki para reconhecer contribuições relevantes à ciência.
Os laureados trabalharam em terapia gênica para uma forma herdada de cegueira, no tratamento da anemia falciforme e na identificação de gene ligado a uma forma hereditária de ELA com demência.
Na coluna Decodificando o DNA, publicada hoje, a professora Mayana Zatz analisa os prêmios e como eles podem impulsionar terapias futuras.
Entre na conversa da comunidade