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Laser e ultrassom são testados para tratar dores de crescimento

Estudo piloto avalia uso combinado de laser de baixa intensidade e ultrassom terapêutico para dor de crescimento em crianças, sem efeitos colaterais

Equipamento de laser com o foco luminoso na ponta de um cabo preso a um suporte metálico, tendo ao fundo computadores e equipamento de medição
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  • Estudo piloto avaliou o uso combinado de laser de baixa intensidade e ultrassom terapêutico para dor de crescimento em crianças de quatro a doze anos, com segurança e potencial alívio da dor.
  • A pesquisa foi conduzida por cientistas da Universidade Federal de São Carlos e da Universidade de São Paulo, com participação da pesquisadora Esther Angelica Luiz Ferreira; não houve efeitos colaterais observados.
  • A dor de crescimento é comum na infância (entre três e dez anos) e se manifesta como dor nas pernas no fim do dia; a incidência estimada varia de 2,6% a 36,9%.
  • Os resultados mostram melhora da dor em ambos os grupos (ativo e placebo), sugerindo benefício possível, mas não conclusivo devido ao dimensionamento reduzido do estudo.
  • Futuras etapas incluem ensaios clínicos com amostras maiores e acompanhamento mais longo para confirmar eficácia e definir protocolos de aplicação.

O que aconteceu: pesquisadores brasileiros testaram, em um estudo piloto, a combinação de laser de baixa intensidade com ultrassom terapêutico para tratar as dores de crescimento em crianças. A pesquisa coupling foi conduzida por equipes da UFSCar e da USP.

Quem está envolvido: o estudo envolveu pesquisadores da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) e da Universidade de São Paulo (USP), liderados pela pesquisadora Esther Angelica Luiz Ferreira. O artigo também tem participação de Antonio Eduardo de Aquino Junior, do IFSC.

Quando e onde ocorreu: o trabalho é apresentado como estudo piloto realizado no Brasil entre instituições de pesquisa. Os resultados foram publicados no Journal of Biophotonics, destacando segurança e indícios de benefício.

Sobre o que é a dor de crescimento: a condição afeta crianças, normalmente entre 3 e 10 anos, com episódios de dor nas pernas no fim do dia. Embora comum, o quadro é benigno e autolimitado, sem relação direta com o crescimento dos ossos.

Como a técnica funciona: o laser de baixa intensidade estimula processos celulares e aumenta a energia das células, contribuindo para regeneração e redução da inflamação. O ultrassom terapêutico promove alterações nos tecidos, facilitando circulação e alívio da dor.

Resultados e segurança: não houve efeitos colaterais observados nas crianças. A técnica mostrou boa tolerância e segurança, fator crítico em pesquisas com pacientes pediátricos. Os relatos indicaram melhora do sono e redução das queixas noturnas.

Limitações e interpretações: o estudo envolveu um número limitado de participantes. Apesar de sinais de benefício, a diferença entre grupo ativo e placebo ainda não permite concluir eficácia de forma definitiva.

Perspectivas futuras: os autores destacam a necessidade de ensaios clínicos com amostras maiores e acompanhamento de longer duração. Essas etapas são essenciais para confirmar eficácia e estabelecer protocolos de aplicação.

Impacto e próximos passos: a pesquisa aponta para uma linha não farmacológica promissora no manejo da dor infantil, sem depender de medicamentos contínuos. Ensaio de maior escala deve confirmar resultados e orientar diretrizes futuras.

Fontes e creditação: a matéria é baseada no estudo publicado no Journal of Biophotonics, com participação de pesquisadores da UFSCar, USP e IFSC. O material completo está disponível no periódico correspondente.

Observação: este texto reescreve o conteúdo original mantendo o foco informativo, sem opiniões, respeitando o padrão jornalístico e as diretrizes editoriais do portal.

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