Em Alta Copa do Mundo NotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasPolíticaConflitos

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Dino cobra planos de governos para combater queimadas por El Niño

Dino cobra planos de governo para combater queimadas diante do El Niño, com pico previsto entre setembro e outubro de 2026 e maior risco na Amazônia Legal e no Pantanal

Lançamento de programa no Palácio da Justiça
0:00
Carregando...
0:00
  • Dino cobra dos governos um plano contra queimadas, citando o El Niño como fator que pode aumentar incêndios na Amazônia Legal e no Pantanal.
  • A previsão indica pico do El Niño entre setembro e outubro de 2026, período considerado crítico para incêndios florestais.
  • NOAA aponta 82% de chance de El Niño ocorrer entre maio e julho de 2026 e 96% de probabilidade de persistir entre dezembro de 2026 e fevereiro de 2027.
  • Há possibilidade de o fenômeno ser muito forte em 2026, com 37% de chance de intensidade nesse patamar entre novembro de 2026 e janeiro de 2027.
  • Dados de órgãos federais indicam que o El Niño pode alterar chuva e temperatura em grande parte do Brasil, elevando o risco de eventos climáticos extremos; incêndios e seca tendem a aumentar, com histórico de 36% a mais de fogo em 2015.

A Advocacia-Geral da União e o governo do estado do Maranhão foram acionados por Dino para cobrar um plano conjunto de combate às queimadas, com foco no período de maior risco previsto para 2026. A medida busca preparar ações rápidas diante de condições climáticas previstas.

A decisão judicial baseia-se em documentos que apontam temperatura acima da média e déficit hídrico persistente na Amazônia Legal e no Pantanal, em especial durante o pico do El Niño. O relatório cita o intervalo crítico entre setembro e outubro de 2026 para incêndios florestais.

Dados da NOAA indicam 82% de chance de o El Niño surgir entre maio e julho de 2026, e 96% de probabilidade de persistir entre dezembro de 2026 e fevereiro de 2027. A previsão aponta ainda alta probabilidade de impactos relevantes no clima brasileiro.

Conforme a nota técnica conjunta de órgãos federais, o fenômeno pode alterar padrões de chuva e de temperatura em grande parte do país, elevando o risco de eventos climáticos extremos. No Norte, há expectativa de agravamento da seca e maior vulnerabilidade a incêndios.

A análise acrescenta que, em períodos anteriores relacionados ao El Niño, como a seca de 2015, houve aumento de fogo em aproximadamente 36% frente à média dos 12 anos anteriores. Isso reforça a necessidade de planejamento para 2026.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais