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Novas diretrizes avaliam teste sanguíneo para detecção de câncer de cólon

ACS adiciona teste sanguíneo aos rastreios de câncer colorretal, mas colonoscopia permanece método preferido, com objetivo de ampliar a adesão

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  • A American Cancer Society passou a incluir testes de sangue entre as opções de rastreamento do câncer colorretal, feitos em consultório, mas a colonoscopia continua sendo o método preferido.
  • O guia atualizado, divulgado em 27 de maio, traz também um novo teste de fezes para uso em casa e uma atualização do teste de fezes já existente, ampliando as opções de rastreamento.
  • A ACS ressalta que oferecer mais ferramentas de detecção ajuda a aumentar a participação e a identificar cânceres em estágio mais tratável.
  • Mesmo com resultados anormais em outras opções, a colonoscopia é recomendada como seguimento em tempo hábil.
  • Sobre cobertura por seguro e diretrizes, não está claro se o USPSTF atualizará suas recomendações para incluir os novos testes; a ACS espera uma atualização possivelmente ainda neste ano, com inclusão das novas modalidades.

A American Cancer Society (ACS) incluiu testes sanguíneos em suas novas diretrizes para o rastreamento de câncer colorretenal. O objetivo é ampliar o acesso ao rastreio e aumentar a participação de adultos elegíveis. O teste sanguíneo é feito no consultório médico e não é a opção preferida em relação à colonoscopia.

Além disso, as diretrizes atualizadas, anunciadas em 27 de maio, trazem um novo teste de fezes feito em casa e um teste de fezes já existente com atualização. Embora o teste sanguíneo seja bem recebido como complemento, a colonoscopia continua sendo o método mais recomendado pela ACS.

A ACS afirma que oferecer mais opções de rastreamento pode reduzir a lacuna de detecção e permitir o diagnóstico de câncer em estágios mais tratáveis. A organização enfatiza que resultados anormais de outros métodos devem levar a uma colonoscopia de confirmação em tempo hábil.

Mudanças nas diretrizes

A inclusão do teste sanguíneo não implica substituição da colonoscopia. O objetivo é ampliar a adesão aos programas de rastreamento, especialmente entre grupos que apresentam barreiras ao acesso. AACS ressalta que os resultados podem orientar decisões clínicas, sempre com acompanhamento médico.

O texto também destaca o lançamento de um teste de fezes adicional para uso domiciliar. As diretrizes permanecem recomendando a colonoscopia como método principal de detecção, caso haja dúvida ou resultado anormal.

A ACS descreve o potencial desses novos métodos como formas de aumentar a participação no rastreamento. A organização aconselha que pacientes sigam as orientações médicas para confirmar sinais com uma colonoscopia, quando indicada.

Cobertura e perspectivas

Ainda não está claro se o USPSTF, órgão federal de recomendações, atualizará suas diretrizes para incluir testes sanguíneos como parte de rastreamento. O USPSTF decide o que é coberto sem custo pelo Affordable Care Act, incluindo rastreamento de câncer.

Recentes mudanças administrativas nos EUA adicionam incerteza sobre o futuro do USPSTF. A ACS mantém alinhamento com o USPSTF em pontos como idade de início do rastreamento e a colonoscopia como método preferencial, mas ainda não incorporou os novos testes no guia do órgão.

O diretor de pacientes da ACS expressou esperança de atualização do USPSTF ainda em 2026, para incluir as novas modalidades de rastreamento. O jornal USA TODAY buscou esclarecimentos com o Departamento de Saúde e Serviços Humanos (HHS) sobre o assunto.

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