- Brasil passa a usar concreto reforçado com fibras, juntando-se a Canadá, Bélgica e Chile, para reduzir rachaduras em calçadas e fundações.
- A técnica substitui a malha de ferro pela adição de fibras macro-sintéticas na betoneira, formando lajes tridimensionais que não enferrujam.
- A nova mistura elimina a amarração manual de telas metálicas, substituindo o arame armado no terreno molhado.
- Países parceiros e o American Concrete Institute aprovam a prática, destacando maior resistência e flexibilidade das estruturas.
- Vantagens para construtoras incluem redução de custos com cortes de aço, menos trabalho de equipe e canteiro mais limpo e seguro.
Brasil adota o concreto reforçado com fibras para substituição de malhas de ferro em pavimentos, juntando-se a Canadá, Bélgica e Chile. A mudança visa reduzir custos com rachaduras e aumentar a durabilidade das calçadas e fundações.
A nova técnica injeta fibras macro-sintéticas dissolvíveis na betoneira, criando lajes tridimensionais. A abordagem dispensa arames em malha, acelerando o cronograma de obras e fortalecendo a estrutura desde a origem.
A substituição evita fissuras de retração que ocorrem com a evaporação rápida de umidade na camada superior. As fibras mantêm a coesão da massa, reduzindo riscos de microfissuras já nas primeiras 24 horas de cura.
Adoção internacional e validação técnica
Países como Canadá, Bélgica e Chile já aplicam a matriz fibrosa em obras de grande porte, incluindo rodovias e pilares de arranha-céu. O material encontra apoio em normas técnicas internacionais, como as do American Concrete Institute.
Essa prática é destacada por reduzir custos logísticos, eliminar cortes manuais de aço e diminuir riscos de acidentes no canteiro. Construtoras urbanas veem ganhos de eficiência com a concretagem limpa de fundações.
Controle de dosagem e segurança na mistura
A dosagem da adição fibrosa varia conforme o tráfego esperado. Engenheiro calculista define a proporção ideal para garantir a trabalhabilidade e resistência final da fundação. Excesso de fibras prejudica a trabalhabilidade; falta compromete a resistência.
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