- A Anvisa autorizou a retomada da fábrica da Ypê em Amparo, SP, e liberou o uso de alguns produtos fabricados lá. A empresa confirmou o retorno após vistoria técnica.
- Produtos fabricados a partir de 1° de abril de 2026 podem ser comprados e usados.
- Lotes antigos até 31 de março de 2026 com final de lote “1” continuam proibidos por risco de contaminação bacteriana; mantenha o produto fechado em local seguro e não descarte no ralo.
- Para identificar o lote proibido, verifique a numeração no plástico ou no rótulo; se o código terminar em 1 e a fabricação for anterior a abril, o uso está suspenso.
- Troca ou reembolso pode ser solicitado diretamente no SAC da Ypê (sac@ype.ind.br e 0800 1300 544); a empresa informou que pretende investir cerca de R$ 130 milhões na reestruturação da fábrica.
A Anvisa autorizou ontem (29) a retomada das atividades da fábrica da Ypê em Amparo (SP) e liberou o uso de alguns produtos fabricados na unidade, ainda vetados. Lotes antigos de detergentes, sabões e desinfetantes permanecem proibidos por risco de contaminação bacteriana.
Produtos fabricados a partir de 1° de abril de 2026 estão liberados para compra e uso. A fábrica de Amparo já funciona conforme as regras de segurança, segundo divulgação da Anvisa.
Detergentes, sabões líquidos e desinfetantes fabricados até 31 de março de 2026 com lote final “1” continuam proibidos. A orientação é manter o produto fechado em local seguro e não descartá-lo no ralo.
Para identificar o lote proibido, verifique a numeração gravada no plástico ou no rótulo. Se o código terminar em 1 e a fabricação for anterior a abril, o uso está suspenso.
A troca ou reembolso deve ser solicitada diretamente ao SAC da Ypê, com a embalagem em mãos: sac@ype.ind.br e 0800 1300 544.
Liberação da fábrica após vistoria
A Anvisa confirmou a liberação de lotes após nova vistoria técnica na fábrica. O presidente Leandro Safatle destacou que a unidade atende às condições de segurança para operar.
A suspensão ocorreu após denúncias de contaminação por Pseudomonas aeruginosa. Testes laboratoriais ampararam a contaminação, que pode causar infecções graves em pessoas vulneráveis.
A Ypê informou que investirá cerca de R$ 130 milhões na reestruturação da fábrica. A empresa argumenta que a presença do micro-organismo não configura risco imediato ao consumidor.
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