- Dispositivo de silício reproduz a fotossíntese, convertendo luz solar e dióxido de carbono em combustíveis limpos, com eficiência > dez por cento, cerca de 10 vezes superior às plantas comuns.
- Quando submerso em água e exposto ao sol, o sistema quebra a água em oxigênio e hidrogênio, que pode ser armazenado e usado como gás combustível ou para gerar energia.
- Em comparação com as plantas, o dispositivo artificiano apresenta conversão de luz superior a dez por cento, produz o hidrogênio ou combustíveis líquidos e gera energia de forma contínua sob boa irradiação solar.
- Produtores de maior complexidade empregam bactérias geneticamente modificadas que transformam hidrogênio e dióxido de carbono em combustíveis líquidos, como isopropanol e etanol.
- O material utiliza conceitos da fotossíntese natural para ampliar a captação de energia solar, promovendo possibilidades de energia totalmente limpa e renovável.
O dispositivo de silício apresentado como folha artificial converte luz solar e CO2 em combustíveis limpos, com eficiência superior a 10% da luz incidente. O sistema funciona submerso em água, sob irradiação solar, gerando hidrogênio que pode ser armazenado como combustível.
Pesquisadores de um laboratório de energia renovável lideraram o desenvolvimento, relativo a tecnologia de fotossíntese artificial. A divulgação ocorreu por meio de relatório técnico publicado em maio de 2026, sem detalhar a instituição específica.
A proposta utiliza células solares avançadas e catalisadores de metais abundantes, como cobalto e níquel, para imitar a fotossíntese natural. Ao receber luz, o dispositivo separa água em oxigênio e hidrogênio de forma autônoma.
Como funciona
Quando exposto ao sol, o sistema catalisa a quebra da água, gerando hidrogênio utilizável como gás combustível. O hidrogênio pode ser convertido em energia elétrica ou armazenado para uso posterior.
Versões mais avançadas empregam microrganismos geneticamente ajustados que consomem hidrogênio e CO2 para produzir combustíveis líquidos, como isopropanol e etanol, ampliando o leque de aplicações. O objetivo é reduzir emissões com energia limpa.
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