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Roche amplia investimento em esclerose múltipla no Brasil

Roche investiu 190 milhões de reais no Brasil em pesquisas de esclerose múltipla, ampliando atuação em neurologia e acesso a terapias inovadoras

Doença autoimune: Estima-se que 2,8 milhões de pessoas têm a doença no mundo e 40 mil no Brasil. A maioria dos diagnósticos é de pessoas com 20 a 50 anos de idade, com ocorrência em mulheres duas a três vezes maior do que em homens (Lakshmiraman Oza/Pixabay/Reprodução)
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  • Roche Farma Brasil destinou R$ 190 milhões entre 2020 e 2025 a estudos clínicos e iniciativas de pesquisa sobre esclerose múltipla no país.
  • O valor abrange pesquisas com terapias já estabelecidas, desenvolvimento de novas moléculas e ferramentas de diagnóstico e monitoramento.
  • O investimento reforça o peso do Brasil na estratégia global da farmacêutica em neurologia, com foco em tratamentos mais precisos e diagnóstico precoce.
  • A esclerose múltipla é doença crônica e autoimune do sistema nervoso central, com cerca de 40 mil pessoas acometidas no Brasil.
  • Entre os sintomas estão fadiga, fraqueza, alterações visuais e dificuldades motoras; avanços clínicos no Brasil podem ampliar o acesso a terapias inovadoras.

A Roche Farma Brasil investiu R$ 190 milhões em pesquisas relacionadas à esclerose múltipla no país entre 2020 e 2025. Os recursos cobrem estudos clínicos, desenvolvimento de novas moléculas e ferramentas de diagnóstico e monitoramento da doença.

O foco envolve terapias já estabelecidas, além de iniciativas para aprimorar o acompanhamento de pacientes. A estratégia faz parte da atuação da farmacêutica na área de neurologia, com ênfase em tratamentos mais precisos e em diagnóstico precoce.

No Brasil, a esclerose múltipla é uma doença crônica que afeta o sistema nervoso central, atingindo cerca de 40 mil pessoas. Globalmente, estima-se que haja 2,8 milhões de pessoas com a condição.

Dados apontam que a maior parte dos diagnósticos ocorre entre 20 e 50 anos, com incidência maior em mulheres. O avanço de pesquisas no país é visto como caminho para ampliar o acesso a terapias inovadoras.

A iniciativa reforça o papel do Brasil na estratégia global de pesquisa da Roche em neurologia, setor que tem ganhado relevância na busca por tratamentos mais eficazes e monitoramento mais preciso da doença.

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