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Exames de fezes e sangue passam a integrar rastreamento do câncer colorretal

Novas diretrizes da Sociedade Americana do Câncer ampliam opções de rastreio: testes de fezes e de sangue entram como alternativas à colonoscopia, início aos 45 anos

O rastreamento é essencial para prevenir e tratar eficazmente o câncer colorretal: apesar das novas diretrizes, colonoscopia ainda é o exame recomendado para quem está em risco aumentado ou tem risco médio de desenvolver a doença. Varlay/iStock via Getty Images Plus
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  • A Sociedade Americana do Câncer atualizou as diretrizes de rastreamento do câncer colorretal em maio de dois mil e vinte e seis, adicionando dois novos exames: teste domiciliar de fezes a cada três anos e exame de sangue realizado no consultório.
  • Mesmo com as novas opções, a colonoscopia continua sendo o exame recomendado para quem está em risco aumentado ou apresenta sinais e sintomas da doença.
  • Pessoas com risco médio devem iniciar o rastreamento aos quarenta e cinco anos e continuar até os setenta e cinco, ou conforme orientação médica.
  • Os exames de fezes e de sangue são opções quando a colonoscopia não é aceita; o teste de sangue é menos sensível, indicado apenas se recusarem os outros.
  • Um resultado positivo em qualquer exame ainda exige a realização de colonoscopia para confirmação.

O que aconteceu: a American Cancer Society atualizou suas diretrizes de rastreamimento do câncer colorretal em maio de 2026, incorporando exames novos além da colonoscopia, para refletir avanços tecnológicos e ampliar o acesso aos cuidados.

Quem está envolvido: a instituição divulgou as diretrizes e pesquisadores de saúde pública destacaram que oferecer mais opções pode facilitar a detecção precoce. A atualização mantém a colonoscopia como exame-chave para grupos de maior risco.

Quando e onde ocorreu: as novas recomendações foram publicadas em maio de 2026, nos Estados Unidos, com foco em adultos residentes no país. O texto enfatiza a aplicação prática no cotidiano clínico.

Por quê: a mudança busca ampliar o rastreamento para mais pessoas, mantendo a colonoscopia como método principal para quem tem risco elevado ou sinais da doença, e oferecendo alternativas para quem evita a colonoscopia.

Novas opções de rastreamento

As diretrizes passam a incluir dois exames adicionais: um teste de fezes caseiro, que procura sangue oculto e marcadores moleculares, recomendado a cada três anos; e um exame de sangue realizado no consultório, indicado para quem recusa colonoscopia ou teste de fezes.

Conserva-se a colonoscopia como base

Mesmo com as novas opções, a colonoscopia permanece recomendada como exame principal para quem tem histórico familiar, síndromes genéticas ou sinais de câncer colorretal. Também é indicada para rastreio de risco elevado.

Rastreamento para risco médio

Adultos com risco médio devem iniciar o rastreamento aos 45 anos e manter até os 75, ou além disso conforme orientação médica. O exame mais adequado depende da avaliação clínica individual.

Considerações sobre acesso e implementação

Embora os novos exames já estejam validados, muitos consultórios podem demorar a ofertá-los. O melhor exame é aquele que o paciente realiza com regularidade, sob supervisão médica.

Sinais de alerta e prevenção

A detecção precoce continua dependente de rastreio regular, especialmente em pessoas com histórico familiar ou genética associada. Sintomas como sangue nas fezes requerem avaliação médica imediata.

Observações finais

A notícia reforça que a colonoscopia, quando indicada, oferece detecção direta de pólipos e possibilidade de remoção no ato, contribuindo para a prevenção do câncer colorretal.

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