- A FDA aprovou, recentemente, a terapia de rejuvenescimento celular ER-100 para testes clínicos em humanos, com os olhos como alvo inicial.
- A Life Biosciences testa o ER-100 em cerca de dezoito adultos ao longo de um ano, avaliando segurança e efeitos colaterais.
- O tratamento será direcionado a pacientes com glaucoma e NAION, que danificam células do nervo óptico responsáveis por transmitir imagens ao cérebro.
- O ER-100 busca rejuvenescer essas células para que elas voltem a funcionar e restaurar a visão.
- Segundo o cofundador da Life Biosciences, David Sinclair, este é o primeiro tratamento de rejuvenescimento celular com essa tecnologia a receber aprovação para testes em humanos, marcando uma oportunidade de testar se a restauração de informações epigenéticas pode melhorar doenças.
Longevidade em foco: a empresa Life Biosciences poderá testar em humanos a terapia ER-100, primeira de rejuvenescimento celular aprovada pela FDA para entrar em ensaio clínico. O objetivo inicial é tratar perda de visão associada à idade. A aprovação ocorreu recentemente.
O estudo envolve cerca de 18 adultos ao longo de um ano, avaliando segurança e possíveis efeitos colaterais. Os pacientes serão selecionados com glaucoma e NAION, condições que afetam células do nervo óptico responsáveis pela transmissão de imagens ao cérebro.
A terapia ER-100 busca rejuvenescer essas células, para que recuperem função e revertam parte da deficiência visual. A aprovação marca o primeiro uso em humanos desta tecnologia de epigenética parcial, segundo a Life Biosciences.
O que a iniciativa envolve
A Life Biosciences, sediada em Boston, afirma que a abordagem pode ter aplicações em várias doenças relacionadas ao envelhecimento. O estudo visa testar se restaurar informações epigenéticas pode amenizar doenças humanas, conforme o cofundador David Sinclair.
Implicações e próximos passos
A companhia planeja monitorar reações adversas, eficácia inicial e mudanças na condição visual dos participantes ao longo do ano. Os resultados definirão se o tratamento avança para estágios subsequentes de pesquisa clínica.
ER-100 é visto como parte central da pesquisa em biologia do envelhecimento, que busca entender como a perda de informações epigenéticas pode influenciar o declínio celular. A equipe espera resultados que indiquem potencial terapêutico.
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