- Estudantes da UFRGS, 20 alunos, iniciaram um projeto de extensão para avaliação nutricional e manejo alimentar no Zoológico Municipal de Canoas, com duração estimada de dois semestres.
- A primeira visita técnica ocorreu neste sábado (13) e contou com observação da rotina de alimentação e manejo dos animais.
- O grupo está dividido em quatro frentes de trabalho: cozinha e higiene, armazenamento de alimentos e pesagem das dietas; análise de recintos e enriquecimento ambiental; avaliação nutricional por observação de escore corporal, pelagem/plumagem e fezes; e entrevistas com servidores.
- Os dados coletados serão analisados pelo Grupo de Estudos e Pesquisa de Animais Silvestres (NEPAS) e usados para propor ajustes com base na literatura científica.
- Ao promover aprendizados práticos, o projeto fortalece a integração entre universidade, pesquisa e a comunidade, com resultados a serem apresentados à equipe do zoológico.
O Zoológico Municipal de Canoas recebeu neste sábado (13) a primeira visita técnica de estudantes da UFRGS para iniciar um projeto de extensão. O objetivo é avaliar a nutrição e o manejo alimentar de animais silvestres em exposição. O NEPAS coordena a iniciativa, que terá duração de cerca de dois semestres.
A atuação envolve observação técnica e entrevistas com a equipe do zoológico, para identificar desafios na nutrição e no manejo alimentar. Os dados coletados servirão de base para propor ajustes com embasamento científico.
No total, participaram 20 estudantes de Zootecnia, Medicina Veterinária e Biologia. A atividade durou aproximadamente três horas, com acompanhamento da rotina de alimentação e manejo pela equipe técnica.
NEPAS: estruturação das frentes de trabalho
Os participantes foram divididos em quatro grupos. Um avaliou a cozinha, higiene, armazenamento de alimentos e pesagem das dietas. Outro examinou recintos e enriquecimento ambiental, checando o atendimento às necessidades biológicas das espécies.
Um grupo realizou avaliações nutricionais por observação do estado corporal, pelagem e fezes, sem manipulação direta. Paralelamente, outro grupo entrevistou servidores para entender a rotina de trabalho e os desafios operacionais.
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