- Axía Resources participou do SIMEXMIN 2026, em Ouro Preto (MG), entre 17 e 20 de maio, destacando avanços em geofísica e geoquímica exploratória para projetos em Goiás.
- A empresa trabalha em dois projetos estratégicos: ampliação de reserva de cobre sulfetado de cerca de 4,5 milhões de toneladas em Bom Jardim de Goiás, ainda em sondagem, e exploração de ouro em Niquelândia, com a primeira etapa de sondagem iniciada.
- Painéis técnicos mostraram a geofísica aerotransportada por Magnetometria e Eletromagnetometria como ferramentas para identificar estruturas profundas e alvos com maior velocidade e escala.
- Na geoquímica exploratória, o foco é a qualidade das amostras e a interpretação multielementar para reduzir risco geológico e direcionar sondagens a alvos mais consistentes.
- O executivo Leonardo Prudente afirmou que a demanda por metais críticos deve avançar junto com boas práticas ambientais, responsabilidade social e integração técnico-econômico-social-ambiental desde as fases iniciais.
Axía Resources participa do SIMEXMIN 2026 buscando mineração inovadora em Goiás. A participação ocorreu durante o XII Simpósio Brasileiro de Exploração Mineral, realizado de 17 a 20 de maio em Ouro Preto (MG). O objetivo é apresentar avanços em geofísica e geoquímica exploratória para projetos de cobre e ouro no estado.
Representantes da empresa destacaram a busca por maior eficiência na identificação de alvos minerais. Olavo Caramori Borges, geoquímico e consultor da Axía, integrou painéis técnicos e reuniões institucionais, com foco em tecnologias de prospecção. O evento reuniu aproximadamente 1.600 profissionais, nacionais e internacionais, para discutir minerais estratégicos, tecnologias de prospecção e sustentabilidade.
Entre as tecnologias discutidas, a geofísica aerotransportada por Magnetometria e Eletromagnetometria (ME Airborne) ganhou destaque, por mapear o subsolo sem deslocamento no campo. Caramori Borges ressaltou o potencial da ferramenta para acelerar a identificação de estruturas profundas e alvos mineralizados, com dados de alta resolução e maior velocidade de aquisição.
Na sessão de geoquímica exploratória, destacou-se a qualidade de dados e a interpretação integrada, antes da decisão de sondagem. O consultor informou que amostragens de maior qualidade permitem reduzir riscos geológicos, otimizar investimentos e direcionar sondagens para alvos mais consistentes.
O diretor executivo da Axía, Leonardo Prudente, comentou que avanços tecnológicos precisam andar juntos de práticas responsáveis na mineração. O executivo reforçou que demanda por metais como cobre, lítio e níquel deve crescer, desde que haja rastreabilidade, eficiência energética e respeito ambiental desde o início dos projetos.
A Axía acumula mais de 10 mil metros de sondagem diamantada, mais de 440 mil análises geoquímicas multielementares e 490 quilômetros de linhas geofísicas em suas áreas de atuação, fortalecendo um portfólio de pesquisa em Goiás.
A participação no SIMEXMIN 2026 reafirmou o interesse da Axía em ampliar a fronteira tecnológica da prospecção, combinando geofísica aerotransportada e geoquímica exploratória para reduzir custos e ampliar a precisão de alocação de investimentos.
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