- O rastreamento do câncer de próstata deve ser personalizado, geralmente começando aos cinquenta anos, ou aos quarenta e cinco em casos com histórico familiar.
- O câncer de próstata é o tipo mais comum entre homens no Brasil, com cerca de setenta mil novos casos por ano, segundo o Instituto Nacional de Câncer; a doença também figurar entre os mais diagnosticados no mundo (OMS).
- Na fase inicial, a doença costuma não apresentar sintomas, o que torna o diagnóstico precoce ainda mais importante.
- Os principais exames para diagnóstico incluem PSA, toque retal, ressonância magnética da próstata e, quando indicado, a biópsia.
- O rastreamento deve levar em conta idade, histórico familiar e avaliação médica individualizada, já que não há uma regra única para todos.
O câncer de próstata deve ser rastreado de forma individualizada, a partir dos 50 anos, ou antes em casos com histórico familiar. Na fase inicial, a doença costuma apresentar poucos ou nenhum sintoma, o que torna o rastreio precoce crucial para o tratamento.
Dados oficiais apontam que o câncer de próstata é o tipo mais comum entre homens no Brasil, com cerca de 70 mil novos casos por ano, segundo o Inca. Globalmente, o diagnóstico também é relevante, conforme a OMS. O risco aumenta com a idade, especialmente após os 50 anos.
Quando começar o rastreamento
O rastreamento não tem regra única e deve ser adaptado a cada perfil. Em linhas gerais:
- 50 anos para homens sem fatores de risco;
- 45 anos para quem tem histórico familiar.
O urologista Dr. Fernando Leão ressalta que a avaliação deve considerar idade, histórico familiar e avaliação médica individualizada. Não existe uma única fórmula para todos.
Como é feito o diagnóstico
O diagnóstico atual permite avaliação mais precisa e personalizada. Os principais exames incluem:
- PSA, exame de sangue;
- Toque retal;
- Ressonância magnética da próstata;
- Biópsia, quando indicada.
Esse conjunto de exames reduz diagnósticos tardios e orienta a decisão clínica com maior segurança.
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