- A China lança o LineShine, o supercomputador mais potente do mundo, com 2,2 exaflops, encerrando uma década de domínio dos Estados Unidos.
- O LineShine derrotou o El Capitan, do Departamento de Energia dos EUA, que ficou em segundo lugar.
- A divulgação ocorre no ranking TOP500, publicado duas vezes por ano durante a conferência ISC, em Hamburgo.
- O LineShine foi inteiro projetado com processadores chineses, diferente de muitos sistemas que usam chips dos EUA.
- Mesmo com a ascensão da China, os EUA seguem com três dos quatro primeiros lugares; o quinto lugar ficou com o foguete Jupiter Booster, da Alemanha.
O supercomputador LineShine, produzido na China, atingiu o posto de mais potente do mundo, encerrando uma década de domínio dos Estados Unidos. A vitória foi anunciada na divulgação do ranking TOP500.
O anúncio ocorreu durante a conferência ISC de ciência da computação, em Hamburgo, na Alemanha, na segunda-feira (22). O LineShine superou o El Capitan, do Departamento de Energia dos EUA, que ficou em segundo lugar.
A máquina chinesa registrou velocidade de 2,2 exaflops, medida de capacidade de processamento por segundo. Trata-se do primeiro líder chinês desde 2017 no ranking bi-anual publicado desde 1993.
Localizada em Shenzhen, no sul da China, o LineShine se destaca por usar apenas processadores projetados na China, sem depender de chips fabricados nos EUA.
Os Estados Unidos continuam ocupando três dos quatro primeiros lugares no TOP500, mantendo participação expressiva entre os supercomputadores mais potentes. O ranking também cita o foguete Jupiter Booster em quinto lugar.
LineShine assume liderança e contexto
- A liderança chinesa evidencia avanços na cadeia de suprimentos de tecnologia de alto desempenho.
- Aponte para as implicações estratégicas no cenário de pesquisa e segurança digitais internacionais.
- O ranking TOP500 é atualizado duas vezes ao ano e funciona como referência informal entre nações.
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