- A Food and Drug Administration (FDA) dos Estados Unidos aprovou a segunda espécie de larvas para uso médico na limpeza de feridas: a mosca-varejeira-australiana (Lucilia cuprina).
- A primeira espécie autorizada para esse tipo de terapia foi a mosca-varejeira-verde (Lucilia sericata), em dois mil e quatro.
- O produto, MEDIFLY Maggots, é desenvolvido pela empresa biomédica Cuprina Holdings.
- A terapia é indicada para feridas de difícil cicatrização, como úlceras diabéticas, escaras e lesões pós-cirúrgicas ou traumáticas.
- O método usa larvas esterilizadas aplicadas diretamente na ferida ou em curativos; elas liberam enzimas que dissolvem tecido morto, transformando-o em líquido que as larvas consomem, sem atacar tecido saudável.
Nos Estados Unidos, a FDA aprovou o uso médico de uma mosca-varejeira australiana para limpar feridas em humanos. A espécie é a Lucilia cuprina, aplicada em larvas esterilizadas para desbridamento de feridas.
A autorização, anunciada pela Cuprina Holdings, empresa responsável pelo MEDIFLY Maggots, torna essa mosca a segunda aprovada para esse tipo de terapia. A primeira foi a Lucilia sericata, em 2004.
A terapia é indicada para feridas de difícil cicatrização, como úlceras diabéticas, escaras e lesões pós-operatórias ou traumáticas. O método utiliza larvas que dissolvem tecidos mortos com enzimas.
Como funciona o tratamento, de forma geral, envolve aplicação direta da larva na ferida ou em curativos especiais. As larvas mantêm-se separadas de tecido saudável, alimentando-se apenas do material necrosado.
Segurança e contexto
As larvas transformam o tecido morto em uma substância líquida que é consumida pelas próprias larvas, sem atacar o tecido saudável. A prática tem histórico de uso médico e é regulada para garantir controle de qualidade.
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