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Diabetes eleva risco de doença renal crônica e exige monitoramento contínuo

Diabetes eleva risco de doença renal crônica, evoluindo sem sintomas por anos; requer monitoramento médico contínuo para prevenção de complicações

esse processo acontece de forma lenta e, na maioria das vezes, sem sintomas nas fases iniciais
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  • O diabetes está entre as principais causas de doença renal crônica no Brasil e no mundo, podendo causar danos aos rins de forma progressiva e sem sintomas nas fases iniciais.
  • Pesquisa Datafolha aponta que quase metade dos brasileiros entre 16 e 34 anos não sabe que o diabetes pode afetar diretamente os rins.
  • O excesso de glicose no sangue provoca lesões nos pequenos vasos que filtram o sangue nos rins, aumentando o risco de deterioração da função renal ao longo do tempo.
  • Além da perda da função renal, a doença renal crônica eleva a probabilidade de eventos cardiovasculares, como infarto e AVC, destacando a importância do acompanhamento médico regular.
  • Exames simples, como dosagem de creatinina e detecção de proteínas na urina, ajudam a identificar alterações antes de surgirem sintomas, reforçando a necessidade de monitoramento contínuo.

Diabetes aumenta o risco de doença renal crônica e exige monitoramento contínuo. A condição pode causar danos nos rins sem apresentar sintomas nas fases iniciais, o que facilita o avanço silencioso da doença. Especialistas ressaltam a importância de vigilância constante, sobretudo com o aumento de fatores metabólicos na população.

Pesquisas indicam que quase metade dos brasileiros entre 16 e 34 anos não sabe que o diabetes pode afetar diretamente os rins, destacando um déficit de informação sobre as complicações associadas à doença.

Segundo o nefrologista Alexandre Habitante, o excesso de glicose no sangue provoca lesões graduais nos minivasos de filtração. O processo ocorre de forma lenta, com frequência sem sinais visíveis, dificultando o diagnóstico.

A ausência de sintomas provoca insegurança e pode levar ao desinteresse por exames rotineiros. Muitas pessoas acreditam estar com a saúde em dia, mesmo quando a função renal já está comprometida.

Riscos cardiovasculares

A doença renal crônica está associada a maior probabilidade de eventos cardiovasculares, como infarto e AVC. Esse cenário reforça a necessidade de acompanhamento médico regular para pacientes com diabetes, diante de fatores como envelhecimento e aumento de doenças metabólicas.

Exames simples ajudam na detecção precoce. A dosagem de creatinina no sangue e a presença de proteínas na urina permitem identificar alterações antes do surgimento de sintomas. O monitoramento contínuo é recomendado para evitar evoluções graves.

Detecção e manejo

Quem convive com diabetes deve incluir a saúde dos rins na rotina de cuidados. O controle da glicemia, aliado ao acompanhamento médico, é apontado como a melhor forma de prevenir complicações renais ao longo dos anos. O tema exige atenção de pacientes, familiares e profissionais de saúde.

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