- O Centro de Excelência em Inteligência Artificial da Universidade Federal de Goiás (Ceia-UFG) receberá R$ 78 milhões para ampliar sua estrutura até 2031, com R$ 40 milhões destinados à construção de um data center e de um laboratório para veículos autônomos, aporte vindo do governo de Goiás.
- Desde a criação, o Ceia-UFG já captou mais de R$ 500 milhões em investimentos, projetos e parcerias.
- O anúncio foi feito na quinta-feira, 25 de junho.
- A diretora Telma Soares afirma que o crescimento ocorre pela integração entre pesquisa, formação de profissionais e parceria com o setor produtivo, convertendo pesquisas em soluções práticas.
- Entre as tecnologias desenvolvidas está o EnergyGPT, considerado o maior modelo de linguagem do setor elétrico brasileiro, treinado em português com normas e documentos técnicos.
O Centro de Excelência em Inteligência Artificial da Universidade Federal de Goiás (Ceia-UFG) receberá um investimento de 78 milhões de reais para ampliar sua infraestrutura até 2031. O anúncio foi feito na quinta-feira, 25 de junho, e o recurso inclui 40 milhões destinados à construção de um data center e de um laboratório para o desenvolvimento de veículos autônomos. O aporte é financiado pelo governo de Goiás.
Desde a sua criação, o Ceia-UFG já captou mais de 500 milhões de reais em projetos e parcerias, reforçando a integração entre pesquisa, formação de profissionais e ligação com o setor produtivo. A diretora Telma Soares destaca que esse modelo transforma pesquisas acadêmicas em soluções aplicáveis ao mercado.
Contexto institucional
O Ceia-UFG é pioneiro ao vincular-se ao primeiro curso de graduação em inteligência artificial do país, mantido pela UFG. A graduação atrai candidatos de diversos estados, inclusive da rede pública, com forte aproximação a empresas e projetos de inovação. A instituição aponta alta demanda entre áreas de atuação em IA.
Tecnologias e ações futuras
Entre as principais tecnologias desenvolvidas pelo centro está o EnergyGPT, um modelo de linguagem voltado ao setor elétrico brasileiro. Treinado em português com normas e documentos técnicos, o sistema auxilia empresas na automatização de processos no setor de energia.
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