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NASA testa novo dispositivo de reabastecimento no espaço

NASA testa cryocoupler para reabastecimento em órbita, com transferência automática de propelentes entre naves, avanço chave para missões de exploração

Engineers from NASA’s Marshall Space Flight Center in Huntsville, Alabama, and L3Harris con-duct operational testing on a developmental cryocoupler, a vital technology for future in-orbit spacecraft refueling.
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  • A NASA testou um criocoupler, dispositivo de acoplamento criogênico para reabastecimento em órbita, essencial para futuras missões de exploração profunda.
  • O objetivo é permitir transferências automáticas de propelente entre naves e depósitos orbitais, sem necessidade de caminhada espacial.
  • Os testes foram realizados no Marshall Space Flight Center, em Huntsville, Alabama, com nitrogênio líquido a minus 321 graus Fahrenheit para avaliar contração térmica e fluxo.
  • O ensaio também simulou desalinhamento de docking, com metade do criocoupler presa e a outra parte móvel, para verificar tolerância a alinhamentos imperfeitos.
  • A operação é parte de parceria entre a NASA e a empresa L3Harris, dentro do portfólio de Gestão de Fluidos Criogênicos, visando aplicações futuras em missões de longo alcance.

O Laboratório espacial dos Estados Unidos testa um dispositivo inovador para reabastecimento em órbita, com foco em futuras missões de exploração profunda. O objetivo é permitir que naves se conectem a depósitos de propelente em órbita, antes de seguir para o espaço profundo. O protótipo, chamado cryocoupler, busca transferir propelentes criogênicos sem perdas.

O desenvolvimento envolve a equipe da NASA, com participação da L3Harris. Os testes visam verificar a viabilidade de acoplamento e desconectamento automático, sem necessidade de caminhadas espaciais, e a resistência do equipamento em ambiente espacial.

Por que isso importa

O teste pioneiro ocorre em Huntsville, Alabama, no Goddard? Não; o foco é o Marshall Space Flight Center, que coordena o projeto. O cryocoupler busca superar limitações dos acopladores usados no solo, que não suportam o ambiente de órbita nem as exigências de transferência entre naves.

Como são os testes

Os experimentos incluem expor o conector a nitrogênio líquido a temperaturas de minus 321 graus Fahrenheit para observar contractura, fluxo e diferenças térmicas entre o propelente e os materiais. Em outra fase, um dos dois semi-tractos foi fixado a uma mesa robótica que simula desalinhamento de acoplamento.

Objetivos e etapas futuras

A equipe avalia a funcionalidade básica do cryocoupler, com planos de campanhas de teste mais específicas para cada missão. A meta é confirmar que o sistema suporta várias operações de acoplamento e desacoplamento repetidas, com desempenho estável.

Parcerias e gestão do projeto

O desenvolvimento é resultado de uma parceria entre NASA e a empresa privada, dentro de um portfólio de tecnologia do Cryogenic Fluid Management. O projeto envolve equipes de dois centros da NASA: Marshall, no Alabama, e Glenn, em Cleveland.

Contexto institucional

A iniciativa faz parte de uma colaboração anunciada em 2022, que disponibiliza expertise, instalações, hardware e software entre a NASA e empresas selecionadas sem custo. O objetivo é avançar a gestão de fluidos criogênicos para futuras missões.

O que vem a seguir

A equipe continua a explorar configurações de operação, incluindo casos de desalinhamento entre a nave e o depósito. Planos de avaliação futura devem adaptar o cryocoupler a requisitos de missões específicas e condições de voo.

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