- Estudo analisou 730 casos de crianças e adolescentes atendidos entre 2016 e 2022 na Unidade de Emergência do Hospital das Clínicas de Ribeirão Preto, da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP) da USP.
- Identificou sinais clínicos, alterações em exames de sangue e no ecocardiograma que podem indicar, nas primeiras horas de atendimento, maior risco de evoluir para quadros graves.
- Entre os principais fatores de risco estão taquicardia, alterações cardíacas e edema agudo de pulmão.
- As informações podem ajudar equipes médicas a reconhecer cedo os casos mais graves e iniciar o tratamento adequado o quanto antes.
- A pesquisa é resultado da dissertação de mestrado de Gabriel Bordin Martin, orientada pela professora Ana Paula de Carvalho Panzeri Carlotti, concluída em 2025.
A pesquisa, realizada pela Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da USP, analisou 730 casos de crianças e adolescentes atendidos por acidentes escorpiônicos entre 2016 e 2022 na Unidade de Emergência do Hospital das Clínicas de Ribeirão Preto. O objetivo foi identificar sinais que indiquem maior risco de evoluir para quadros graves.
Os resultados apontam que certos sinais clínicos, alterações em exames de sangue e achados em ecocardiograma podem sinalizar gravidade nas primeiras horas de atendimento. Entre eles estão taquicardia, alterações cardíacas e edema agudo de pulmão.
Essas informações devem auxiliar equipes médicas a reconhecer precocemente casos mais graves e iniciar o tratamento adequado mais rápido, aumentando as chances de recuperação das crianças. O estudo é parte da dissertação de mestrado de Gabriel Bordin Martin, orientada pela professora Ana Paula de Carvalho Panzeri Carlotti.
Contexto e autoria
A dissertação, intitulada Fatores preditores de gravidade em crianças internadas por acidente escorpiônico na Unidade de Emergência do Hospital das Clínicas de Ribeirão Preto, foi desenvolvida no Programa de Pós-Graduação em Medicina da FMRP e concluída em 2025.
Alcance da pesquisa
A pesquisa envolveu pacientes atendidos na referida unidade entre 2016 e 2022, buscando indicadores que ajudem a priorizar atendimento e recursos em emergências pediátricas por picadas de escorpião.
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