- Bióloga Laís Caccia apresenta a bichoterapia, terapia com animais, com objetivo de transformar aversão em amor em crianças, sempre em ambiente controlado e com especialistas.
- Participaram da entrevista a galinha sedosa chinesa Sol, o lagarto pogona Panqueca e uma barata de Madagascar, mostrando que serviços assistidos por animais ganham espaço no Brasil.
- A proposta inclui atividades terapêuticas, educativas e recreativas para aproximar as crianças da natureza, trabalhando controle emocional, criatividade, imunidade e concentração.
- A segurança é prioridade: há avaliação dos hábitos dos animais e necessidade de supervisão, para evitar situações de risco.
- Quem pensa em ter animais exóticos deve consultar criadores autorizados pelo Ibama e considerar a responsabilidade de longo prazo.
A bichoterapia ganha espaço no Brasil, buscando transformar aversão em curiosidade e empatia por animais. A prática envolve espécies com aparências variadas, apresentadas em mesas terapêuticas, educativas ou recreativas sob supervisão profissional. A proposta é aproximar crianças da natureza de forma segura.
A bióloga responsável pelo projeto, Laís Caccia, explica que a ideia é permitir que crianças conheçam hábitos dos animais e compreendam o porquê de suas características. O objetivo é trabalhar controle emocional, criatividade, imunidade e concentração em ambientes controlados.
Entre os animais usados estão a galinha sedosa chinesa Sol, o lagarto pogona Panqueca e uma barata de Madagascar. Eles acompanham entrevistas e atividades que fazem parte do programa que cresce no Brasil, originado na Inglaterra.
Como funciona a abordagem
A prática reconhece que a aparência incomum de alguns animais pode gerar estranhamento, mas o foco é apresentar mecanismos de adaptação e comportamento. A ideia é estimular o interesse e a tolerância em grupos de crianças, sempre com acompanhamento de especialistas.
A banalização do risco não está entre os objetivos. A segurança é destacada: cada sessão é planejada para que o animal e a criança estejam protegidos, com avaliações prévias de comportamento e de possíveis gatilhos de defesa.
Segurança e critérios de uso
Segundo a pesquisadora, é essencial conhecer os hábitos de cada espécie e entender limitações. Nem todo animal serve para qualquer atividade, e o manejo deve considerar o bem-estar de todos os envolvidos para evitar situações de estresse ou mordidas.
Para crianças interessadas em espécies exóticas, a orientação inclui buscar criadores autorizados pelo Ibama e realizar a pesquisa prévia sobre a espécie escolhida. A responsabilidade é enfatizada, especialmente em casos de animais com longa expectativa de vida.
Perspectivas no Brasil
A bichoterapia ganha espaço como complemento a terapias tradicionais, com relatos de benefício para a curiosidade, empatia e integração social. A prática busca ampliar o repertório de atividades que promovem desenvolvimento infantil em ambientes controlados.
A cobertura, com análises, entrevistas e atualizações, está disponível pela RECORD NEWS com foco em conteúdos em texto e vídeo sobre o tema. Fontes oficiais ressaltam a importância de regulamentação e supervisão profissional.
Entre na conversa da comunidade