- O Chile lidera o Ranking de Competitividade ADEN na América Latina, apesar de uma leve queda em sua pontuação.
- O Brasil ocupa a sétima posição, atrás de México e Argentina, indicando uma perda de competitividade.
- Uruguai, Costa Rica e Panamá se destacam, ocupando o segundo, terceiro e quarto lugares, respectivamente, com recuperação pós-pandemia.
- Desde 2013, a pontuação do Chile tem diminuído, reduzindo a diferença em relação a outras economias da região.
- A Venezuela permanece em último lugar, enfrentando instabilidade macroeconômica e problemas institucionais.
O Chile manteve sua posição de liderança no Ranking de Competitividade ADEN para a América Latina 2025, apesar de uma leve queda em sua pontuação. O ranking, elaborado anualmente pelo Instituto de Competitividade, avalia a competitividade de países da região com base em 125 variáveis agrupadas em dez áreas-chave, como infraestrutura, saúde e educação.
O Brasil, por sua vez, ocupa apenas o sétimo lugar, atrás de nações como México e Argentina, evidenciando uma perda de competitividade ao longo dos anos. O país é classificado como parte de um grupo intermediário, que apresenta uma competitividade heterogênea. Em contraste, Uruguai, Costa Rica e Panamá se destacam, ocupando o segundo, terceiro e quarto lugares, respectivamente, e demonstrando uma recuperação mais rápida após a pandemia.
Embora o Chile continue na liderança, sua pontuação tem diminuído desde 2013, reduzindo a diferença em relação a outras economias da região. O México, em quinto lugar, também viu sua pontuação cair, aproximando-se do Brasil, Argentina, Colômbia e Peru, que formam um bloco intermediário. A República Dominicana se junta a esse grupo, enquanto Paraguai, El Salvador e Equador permanecem na parte inferior da classificação, enfrentando problemas competitivos persistentes.
Desafios e Oportunidades
A competitividade é um atributo que evolui lentamente, com mudanças estruturais sendo mais significativas do que oscilações anuais. Entre 2012 e 2025, cinco países, incluindo República Dominicana e Bolívia, mostraram progresso sustentado. No entanto, México, Panamá, Brasil, Colômbia e Equador apresentaram reduções em suas pontuações, aproximando-se de suas melhores posições anteriores.
A Venezuela continua em último lugar, enfrentando sérios problemas de instabilidade macroeconômica e questões institucionais. As distâncias entre as pontuações são pequenas, o que indica que as posições podem mudar com o tempo, dependendo de variáveis específicas. O cenário competitivo na América Latina continua a ser dinâmico, refletindo as complexidades econômicas e sociais da região.
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