- Em 2026, nove dos 20 medicamentos mais vendidos no Brasil perderão suas patentes.
- A consultoria IQVIA estima uma perda de R$ 6,8 bilhões em faturamento anual para as empresas.
- Entre os medicamentos afetados estão o Ozempic, com vendas anuais de R$ 3,9 bilhões, e o Wegovy, com R$ 676 milhões.
- A expiração das patentes pode aumentar a concorrência de genéricos e similares, reduzindo preços e ampliando o acesso a tratamentos.
- Em 2025, apenas um medicamento perderá a proteção de patente, e em 2027, serão dois.
No Brasil, o mercado farmacêutico se prepara para uma transformação significativa em 2026, quando nove dos 20 medicamentos mais vendidos perderão suas patentes. Essa mudança pode resultar em uma perda de R$ 6,8 bilhões em faturamento anual, conforme dados da consultoria IQVIA.
Entre os medicamentos que terão suas patentes expiradas, destacam-se o Ozempic, que gera R$ 3,9 bilhões em vendas anuais, e o Wegovy, com R$ 676 milhões. Esses números evidenciam o impacto que a concorrência de genéricos e similares pode ter sobre as receitas das empresas farmacêuticas.
Nos últimos anos, o Brasil já enfrentou desafios semelhantes, mas a situação em 2026 será particularmente intensa. Em 2025, apenas um medicamento perdeu a proteção de patente, e em 2027, serão apenas dois. A expectativa é que a entrada de novos produtos no mercado altere a dinâmica de preços e acessibilidade para os consumidores.
A expiração das patentes não apenas afeta as empresas, mas também pode beneficiar os pacientes, que terão acesso a opções mais acessíveis. A análise do cenário indica que a concorrência deverá aumentar, promovendo uma queda nos preços e ampliando o acesso a tratamentos essenciais.
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