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Varejo do Rio Grande do Sul tem queda de 14% em junho, o pior resultado do ano

Varejo do Rio Grande do Sul enfrenta a maior queda do país, com retração de 14% nas vendas em junho, refletindo crise econômica.

Varejo — Foto: Divulgação
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  • O varejo brasileiro enfrenta dificuldades, com o Rio Grande do Sul apresentando uma queda de 14% nas vendas em junho de 2025, a maior do país.
  • Apenas quatro estados registraram crescimento nas vendas: Amapá (4,5%), Tocantins (3,8%), Roraima (3,7%) e Pernambuco (0,4%).
  • Outros estados também tiveram quedas significativas, como Amazonas (-7%), Mato Grosso do Sul (-6,5%) e Rio Grande do Norte (-6,1%).
  • Oito segmentos do varejo mostraram retrações, com o setor de Móveis e Eletrodomésticos caindo 6,4% e Material de Construção 6,3%.
  • O cenário atual reflete desafios contínuos para a recuperação econômica do varejo no Brasil.

O varejo brasileiro enfrenta um cenário desafiador, com o Rio Grande do Sul registrando uma queda de 14% nas vendas em junho em comparação ao ano anterior. Este é o pior desempenho do estado em 2025 e a maior retração do país, conforme levantamento da Stone. Apenas quatro estados apresentaram crescimento nas vendas: Amapá (4,5%), Tocantins (3,8%), Roraima (3,7%) e Pernambuco (0,4%).

Os dados revelam que, além do Rio Grande do Sul, outros estados também enfrentaram quedas significativas. O Amazonas teve uma redução de 7%, seguido por Mato Grosso do Sul (-6,5%) e Rio Grande do Norte (-6,1%). As perdas se estenderam a diversas regiões, incluindo Alagoas e Maranhão (-4,8%), e o Distrito Federal (-4,9%).

Setores em Queda

O levantamento identificou que oito segmentos do varejo apresentaram retrações em junho. O setor de Móveis e Eletrodomésticos foi o mais afetado, com uma queda de 6,4%. Em seguida, o Material de Construção teve uma redução de 6,3%, enquanto Outros Artigos de Uso Pessoal e Doméstico caiu 4,3%. Os Hipermercados e Supermercados também enfrentaram uma diminuição de 3,7% nas vendas.

Além disso, o setor de Artigos Farmacêuticos viu uma queda de 2,8%, e Tecidos, Vestuário e Calçados registrou uma diminuição de 2,3%. Os Combustíveis e Lubrificantes tiveram uma retração de 1,7%, e Livros, Jornais, Revistas e Papelaria caiu 0,3%.

Esses números refletem um panorama preocupante para o varejo brasileiro, que continua a enfrentar desafios significativos em sua recuperação econômica.

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