- A Companhia Siderúrgica Nacional (CSN) reduziu sua participação na Usiminas para menos de 5% após vender ações.
- As vendas foram realizadas para a família Batista e um fundo administrado pela Reag.
- O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE) investiga a efetividade dessas vendas e pode aplicar multas pela demora no cumprimento da decisão.
- A CSN enfrenta pressão da Justiça e do Ministério Público Federal, que alertaram sobre possíveis investigações criminais.
- O CADE estabeleceu um prazo de cinco dias para calcular a sanção e determinar se a participação da CSN está realmente abaixo de 5%.
A CSN finalmente atendeu a uma imposição do CADE que se arrastava há 11 anos e reduziu sua participação na Usiminas para menos de 5%. A decisão foi tomada após a venda de ações para a família Batista e, mais recentemente, para um fundo administrado pela Reag. Essas transações ocorreram em um momento crítico, pois o CADE se reuniria para discutir a situação da empresa.
A pressão sobre a CSN aumentou com advertências da Justiça e do Ministério Público Federal, que alertaram os conselheiros do CADE sobre possíveis investigações criminais caso não exigissem a venda imediata das ações. Agora, a siderúrgica de Benjamin Steinbruch enfrenta o risco de multas pela demora em cumprir a decisão. O CADE estabeleceu um prazo de cinco dias para calcular a sanção, que será analisada pelo Tribunal do órgão.
Além disso, os conselheiros do CADE determinaram que a área técnica investigue se as vendas realmente ocorreram e se a participação da CSN está abaixo de 5%. A situação é delicada, e a empresa deve apresentar provas concretas de que os novos compradores não têm vínculos com seu grupo econômico. A pressão regulatória e as consequências financeiras podem impactar significativamente a estratégia da CSN no mercado siderúrgico.
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