- O dólar futuro subiu para R$ 5,462 na última sexta-feira, após cinco quedas consecutivas.
- O aumento foi impulsionado pela incerteza no impasse comercial entre Brasil e Estados Unidos e expectativas de cortes de juros pelo Federal Reserve.
- A tarifa de 50% imposta pelos Estados Unidos sobre produtos brasileiros gera incerteza, apesar das tentativas de diálogo.
- O governo brasileiro considera um plano de R$ 30 bilhões para apoiar setores afetados pela crise.
- Na semana, a moeda acumulou queda de 2,13%, mas o dia foi marcado por ajustes entre traders, que aguardam avanços nas negociações.
O dólar futuro registrou uma alta na última sexta-feira, cotado a R$ 5,462, após cinco quedas consecutivas. Esse movimento foi impulsionado pela incerteza em torno do impasse comercial entre Brasil e EUA, além das expectativas de cortes de juros pelo Federal Reserve a partir de setembro.
A tarifa de 50% imposta pelos Estados Unidos sobre produtos brasileiros continua a gerar um clima de incerteza, mesmo com tentativas de diálogo entre os países. Em resposta a essa situação, o governo brasileiro está considerando um plano de R$ 30 bilhões para apoiar setores afetados pela crise.
Na semana, a moeda acumulou uma queda de 2,13%, mas o dia foi marcado por ajustes pontuais entre traders, que aguardam avanços nas negociações e decisões de política monetária que podem influenciar o câmbio. O gráfico de 15 minutos indica uma pausa na pressão vendedora, com o ativo encerrando em alta e superando zonas de suporte importantes.
Análise Técnica
Para que o movimento de alta continue, é crucial romper a resistência em 5.465/5.473,5 com um fluxo comprador significativo. Caso isso ocorra, o próximo alvo será a faixa de 5.484/5.506, seguido por 5.517,5/5.531,5. Se a pressão vendedora retornar, o suporte em 5.460/5.448 será o primeiro a ser testado, podendo levar a uma busca por 5.442/5.422.
No gráfico diário, a formação de um spinning top sugere uma disputa entre compradores e vendedores próximo à mínima de 2025, em 5.445 pontos. O minidólar segue abaixo das médias móveis de 9 e 21 períodos, mantendo espaço para um repique técnico, embora a estrutura ainda favoreça o viés vendedor. Para uma reversão de curto prazo, é necessário superar 5.473,5/5.509, com projeções para 5.531,5/5.573.
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