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Litígio de R$ 40 milhões envolve disputa por 11 joias de luxo

Justiça bloqueia R$ 45 mil de Margareth e do marido enquanto perito contesta alegações sobre joias em disputa de R$ 40 milhões

Dívida milionária: Uma das joias feitas pelo joalheiro Marcelo Assad Scaff Filho para a colecionadora Margareth Costa Carvalho (Foto: Reprodução)
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  • O litígio entre o joalheiro Marcelo Assad Scaff Filho e a colecionadora Margareth Costa Carvalho envolve uma dívida de mais de R$ 40 milhões por joias encomendadas e não pagas.
  • Recentemente, a Justiça bloqueou R$ 11 mil de Margareth e R$ 34 mil do marido, Manuel Messias de Carvalho.
  • Também foram penhorados bens das empresas da família para garantir o pagamento da dívida.
  • Um perito do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP) contestou as alegações de Margareth, apontando adulterações nas joias e desconsiderando os certificados apresentados.
  • A disputa continua sem solução, enquanto os bloqueios financeiros permanecem em vigor.

Polêmica no mercado de luxo paulista, o litígio entre o joalheiro Marcelo Assad Scaff Filho e a colecionadora Margareth Costa Carvalho envolve uma dívida superior a R$ 40 milhões. O conflito se originou de encomendas de joias que, segundo Marcelo, foram solicitadas por Margareth, mas nunca pagas. As peças, todas com certificados do GIA, foram utilizadas em eventos sociais, mas a colecionadora alega que algumas eram antigas e outras modificadas.

Recentemente, a Justiça tomou medidas para garantir o pagamento da dívida. Foram bloqueados R$ 11 mil de Margareth e R$ 34 mil do marido, Manuel Messias de Carvalho. Além disso, a Justiça penhorou bens das empresas da família, incluindo quotas e ações, na tentativa de assegurar o valor devido. A defesa de Marcelo, representada pelos escritórios Loureiro Filho e Borlido & Costa Neto, sustenta que a colecionadora se recusa a devolver as joias.

A situação se complicou ainda mais com a análise de um perito oficial do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP), que contestou as alegações de Margareth. O especialista apontou adulterações nas joias e destacou que os certificados apresentados foram ignorados. A disputa, marcada por acusações mútuas, continua sem uma solução clara, enquanto os bloqueios financeiros permanecem em vigor.

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