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Diferença entre Imposto de Renda e imposto sobre grandes fortunas é explicada

Maria Carolina Gontijo detalha a tributação sobre grandes fortunas e suas implicações econômicas em seu programa no Estadão

Imposto de Renda é cobrado sobre a renda, como salários, juros e alugueis, entre outros (Foto: Werther Santana/Estadão)
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  • A colunista Maria Carolina Gontijo, conhecida como Duquesa de Tax, explicou as diferenças entre o Imposto de Renda (IR) e o imposto sobre grandes fortunas em seu programa “Não vou passar raiva sozinha”.
  • O IR incide sobre a renda gerada no ano, como salários e aluguéis, enquanto o imposto sobre grandes fortunas se aplica ao patrimônio acumulado, independentemente de sua venda.
  • A base de cálculo do IR é o ganho de capital, que ocorre apenas quando um ativo é vendido. Já o imposto sobre grandes fortunas seria cobrado anualmente, considerando a valorização do patrimônio.
  • Gontijo destacou que a tributação sobre grandes fortunas pode impactar o capital disponível para investimentos, caso o imposto iguale a valorização do patrimônio.
  • A colunista realiza comentários sobre o noticiário econômico todas as quintas-feiras, às 9h30, no Estadão, e também disponibiliza conteúdos em formato de podcast.

A colunista Maria Carolina Gontijo, conhecida como Duquesa de Tax, esclareceu as diferenças entre o Imposto de Renda (IR) e o imposto sobre grandes fortunas em seu programa “Não vou passar raiva sozinha”, exibido recentemente. Ela destacou que o IR incide sobre a renda gerada durante o ano, como salários e aluguéis, enquanto o imposto sobre grandes fortunas se aplica ao patrimônio acumulado, independentemente de sua venda.

Gontijo explicou que a base de cálculo dos dois impostos é distinta. O IR é cobrado apenas quando há ganho de capital, ou seja, quando um ativo é vendido. Por outro lado, o imposto sobre grandes fortunas seria cobrado anualmente, considerando a valorização do patrimônio, mesmo que o contribuinte não tenha realizado nenhuma venda. Isso levanta questões sobre a definição de “grande fortuna” e como calcular o patrimônio líquido, levando em conta dívidas e bens em nome de familiares.

A colunista também alertou para as implicações econômicas dessa tributação. Se um patrimônio valorizado em 5% for tributado em 5%, o contribuinte pode acabar sem retorno líquido, o que pode reduzir o capital disponível para investimentos e impactar a geração de renda. Gontijo enfatizou a importância de discutir esses temas, uma vez que a tributação sobre grandes fortunas continua a ser um assunto relevante no debate econômico brasileiro.

Além de suas análises, Gontijo realiza comentários sobre o noticiário econômico todas as quintas-feiras, às 9h30, no Estadão, e disponibiliza conteúdos em formato de podcast.

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