- O Goldman Sachs revisou as projeções de desempenho de empresas do setor elétrico brasileiro, incluindo Equatorial, Energisa, CPFL e Cemig.
- As atualizações foram feitas após os resultados do segundo trimestre de 2025 e refletem fatores operacionais e macroeconômicos.
- A Equatorial teve um aumento de 7% em seu preço-alvo, enquanto a Cemig recebeu recomendação de venda devido a limitações na gestão estatal.
- A Energisa e a CPFL também foram revisadas, com aumentos de 5% e 2%, respectivamente.
- O setor elétrico brasileiro apresenta um valuation atrativo, com uma média de Taxa Interna de Retorno (TIR) real de 10,9%.
O setor elétrico brasileiro passou por revisões nas projeções de desempenho de empresas como Equatorial, Energisa, CPFL e Cemig, conforme análise do Goldman Sachs. As atualizações, divulgadas após os resultados do segundo trimestre de 2025, refletem fatores operacionais e macroeconômicos.
As novas recomendações indicam variações nos preços-alvo dessas companhias, com Equatorial recebendo um aumento de 7%, enquanto Cemig teve sua recomendação alterada para venda, devido a limitações na gestão estatal. A Energisa e a CPFL também foram revisadas, com aumentos de 5% e 2%, respectivamente.
Análise das Empresas
A Equatorial se destaca como uma das favoritas do setor, apresentando uma Taxa Interna de Retorno (TIR) real de 11,9% e um valuation atrativo. A Energisa, com uma TIR real de 13%, mantém a recomendação de compra, evidenciando resultados que superam as metas regulatórias. Por outro lado, a CPFL é considerada defensiva, com uma TIR real de 9,6%, recebendo uma recomendação neutra.
A Cemig, apesar de esforços para melhorar a eficiência e vender ativos não essenciais, enfrenta desafios devido à sua gestão estatal, resultando em uma TIR real de apenas 8,8%. O Goldman Sachs destaca que, mesmo com essas dificuldades, o setor elétrico brasileiro apresenta um valuation atrativo, com uma média de TIR real de 10,9%.
Expectativas do Setor
Os preços-alvo das empresas variam de R$ 9,50 para a Cemig a R$ 142 para a Sabesp, com retornos totais projetados entre -11,8% e 32%. O levantamento do Goldman Sachs também revela que as empresas de utilidades têm um preço sobre lucro médio de 14,7x em 2025, com um dividend yield médio de 7,2%.
Essas análises indicam que, apesar das variações individuais, o setor elétrico brasileiro continua a oferecer oportunidades de crescimento regulatório e operacional, mantendo um perfil financeiro equilibrado.
Entre na conversa da comunidade