- O S&P 500 teve um aumento superior a 8% em 2025, mas enfrentou quedas consecutivas em agosto.
- A participação das ações acima da média móvel de 200 dias subiu de 19% para 65%, ainda abaixo da média histórica de 74%.
- Adam Turnquist, estrategista técnico da LPL Financial, destaca que a largura do mercado não acompanha o rali do S&P 500, indicando riscos de concentração.
- Turnquist alerta que a divergência entre preço e largura pode sinalizar fraqueza estrutural, especialmente se o mercado romper níveis de suporte importantes.
- Apesar da melhora na participação das ações, a volatilidade recente levanta preocupações sobre a sustentabilidade do rali.
O S&P 500, após um desempenho positivo em 2025, com alta superior a 8%, enfrenta um agosto turbulento, com quedas consecutivas. A participação das ações acima da média móvel de 200 dias subiu de 19% para 65%, mas ainda está abaixo da média histórica de 74% em máximas recordes, conforme análise da LPL Financial.
Adam Turnquist, estrategista técnico da LPL, destaca que a largura do mercado não está acompanhando o rali do S&P 500, o que pode indicar riscos de concentração. “Historicamente, a largura era maior quando o mercado atingia máximas recordes”, afirmou Turnquist em nota aos clientes. Ele alerta que a divergência entre preço e largura pode sinalizar fraqueza estrutural, especialmente se o mercado romper níveis de suporte importantes.
Apesar da melhora na participação das ações, a situação atual sugere que o rali pode não ser sustentável. Turnquist observa que, embora a largura esteja mostrando sinais de recuperação, a concentração em ações de grandes capitalizações pode persistir. O S&P 500, que se prepara para sua quinta queda consecutiva, ainda apresenta um desempenho positivo no ano, mas a volatilidade recente levanta preocupações sobre a saúde do mercado.
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