- Dados da Agilize Contabilidade mostram que agosto se tornou o mês mais estratégico para abrir empresas no Brasil, superando janeiro nos últimos três anos.
- Em 2021, foram 112.031 novas empresas, com crescimento de 22% em relação ao ano anterior.
- Em 2022, o total foi de 105.618 empresas, com aumento de 24,5%. Em 2023, o número se manteve alto, com 105.518 aberturas, refletindo crescimento de 23,8%.
- As projeções para 2024 indicam que agosto pode superar janeiro em 20%. Dados parciais de 2025 mostram 118.795 empresas abertas em janeiro e 111.412 em julho.
- O CEO da Agilize Contabilidade, Rafael Caribé, atribui essa mudança à proximidade de datas comerciais e ao clima de recomeço associado a agosto.
Contrariando a crença popular de que agosto é um mês desfavorável para negócios, dados da Agilize Contabilidade revelam que agosto se tornou o mês mais estratégico para abrir empresas no Brasil. Nos últimos três anos, esse período superou janeiro em número de novas empresas, desafiando a tradição.
O levantamento, baseado no Mapa de Empresas do Governo Federal, mostra um crescimento contínuo na abertura de negócios em agosto. Em 2021, foram 112.031 empresas, um aumento de 22% em relação ao ano anterior. Em 2022, o crescimento foi de 24,5%, totalizando 105.618 novas empresas. Em 2023, o número se manteve alto, com 105.518 aberturas, refletindo um crescimento de 23,8%.
Expectativas para 2024
As projeções para 2024 são otimistas, com a expectativa de que agosto supere janeiro em 20%. Dados parciais de 2025 já indicam 118.795 empresas abertas em janeiro, enquanto julho registrou 111.412. Essa tendência sugere um movimento consistente de expansão no segundo semestre.
Rafael Caribé, CEO da Agilize Contabilidade, aponta que a proximidade de datas comerciais, como Black Friday e Natal, e o clima de recomeço culturalmente associado a agosto podem explicar essa mudança. Agosto se apresenta como um ponto de virada para muitos empreendedores, permitindo planejamento para o próximo ano fiscal.
Essas informações indicam uma transformação no cenário empreendedor brasileiro, onde agosto, antes visto como um mês de “desgosto”, agora é considerado um período promissor para novos negócios.
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