- O Banco do Brasil enviou esclarecimentos à Comissão de Valores Mobiliários (CVM) sobre declarações da presidente Tarciana Medeiros.
- Durante a videoconferência de resultados do segundo trimestre de 2025, ela afirmou que “quem tem, mantenha; quem não tem, compre” em relação às ações do banco.
- O comunicado foi uma resposta a um ofício da CVM que buscava entender o contexto da declaração.
- O Banco do Brasil ressaltou que a fala de Medeiros deve ser interpretada no contexto da divulgação dos resultados e não teve a intenção de influenciar decisões de investimento.
- A instituição destacou que 2025 será um ano de ajuste para a rentabilidade e que o preço atual das ações não reflete sua capacidade histórica de resultados.
O Banco do Brasil (BBAS3) enviou esclarecimentos à Comissão de Valores Mobiliários (CVM) sobre declarações da presidente Tarciana Medeiros durante a videoconferência de resultados do segundo trimestre de 2025. Na ocasião, ela afirmou que “quem tem, mantenha; quem não tem, compre”, referindo-se às ações do banco. O comunicado foi uma resposta a um ofício da CVM datado de 18 de agosto, que buscava entender o contexto da declaração.
A instituição ressaltou que a fala de Medeiros deve ser interpretada dentro do contexto da divulgação dos resultados, evitando leituras isoladas. O Banco do Brasil enfatizou que não houve intenção de influenciar decisões de investimento ou a cotação das ações, mas sim de transmitir informações baseadas em dados previamente divulgados. A empresa destacou a importância de análises fundamentadas e a necessidade de evitar interpretações sensacionalistas.
Projeções e Rentabilidade
O Banco do Brasil também reiterou que 2025 será um ano de ajuste para a retomada da rentabilidade. A presidente Tarciana Medeiros e o vice-presidente Financeiro, Geovanne Tobias, afirmaram que o preço atual das ações não reflete a capacidade histórica de resultados da instituição. O banco possui um histórico sólido de distribuição de proventos, e a situação atual é considerada conjuntural.
A resposta à CVM incluiu a preocupação com a queda no ‘payout’, que é a porcentagem do lucro distribuída em dividendos. O Banco do Brasil reafirmou que a revisão das projeções corporativas impactou o preço das ações, mas que a solidez da instituição permanece inalterada. A mensagem final do comunicado foi um convite para que investidores considerem dados confiáveis e análises rigorosas ao tomar decisões.
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