- O Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro deve crescer 0,2% no segundo trimestre de 2023, segundo projeções do banco Itaú.
- Esse crescimento é uma desaceleração em relação ao aumento de 1,4% no primeiro trimestre, impulsionado pelo agronegócio.
- A agropecuária é destacada como o principal motor do crescimento, com expectativa de avanço de 9,8%.
- O setor de serviços deve crescer 1,8%, enquanto a indústria terá um aumento de 1,2%. A indústria extrativa deve crescer 9,2%, mas a indústria de transformação pode enfrentar uma queda de 0,6%.
- O Itaú mantém a projeção de crescimento do PIB em 2,2% para 2025 e 1,5% para 2026.
O Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro deve registrar um crescimento de 0,2% no segundo trimestre de 2023, conforme projeções do banco Itaú. Esse número representa uma desaceleração em relação ao crescimento de 1,4% observado no primeiro trimestre, impulsionado principalmente pelo agronegócio.
A equipe econômica do Itaú destacou que a agropecuária continua sendo o principal motor do crescimento, com uma expectativa de avanço de 9,8% no período. O resultado oficial do PIB será divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) no dia 2 de agosto.
Expectativas e Desempenho Setorial
Além do agronegócio, o setor de serviços deve apresentar um crescimento de 1,8%, enquanto a indústria deve avançar 1,2%. No entanto, a indústria extrativa, que inclui petróleo e minérios, deve crescer 9,2%, enquanto a indústria de transformação pode enfrentar uma queda de 0,6%.
Do lado da demanda, o consumo das famílias deve aumentar 1,8%, e o consumo do governo deve crescer 1,4%. Os investimentos, medidos pela formação bruta de capital fixo, devem registrar um avanço de 4,7% em comparação ao mesmo período do ano anterior.
Cenário Futuro
O Itaú mantém sua projeção de crescimento do PIB em 2,2% para 2025 e 1,5% para 2026. A equipe econômica acredita que a liberação dos precatórios e a aceleração na concessão de crédito consignado privado podem estimular o consumo na segunda metade do ano, evitando resultados negativos no PIB. As exportações devem crescer 2,1%, enquanto as importações devem aumentar 6,1%.
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