- O presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, anunciou novas medidas de segurança para combater contas-laranja e ataques cibernéticos.
- As ações visam proteger o Sistema Financeiro Nacional em um cenário de crescente criminalidade.
- As novas diretrizes incluem restrições a transações de até R$ 15 mil em instituições de pagamento não autorizadas.
- Galípolo afirmou que as medidas são temporárias e permanecerão até que as instituições se adequem aos novos padrões de segurança.
- O Banco Central está em diálogo com associações do setor financeiro para fortalecer a segurança e se prepara para um “cenário de guerra” contra o crime organizado.
O presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, anunciou novas medidas de segurança para combater contas-laranja e ataques cibernéticos no Sistema Financeiro Nacional (SFN). Durante uma coletiva de imprensa, Galípolo destacou que as ações visam proteger o sistema financeiro em um cenário de crescente criminalidade e ataques hackers.
As novas diretrizes incluem restrições a transações de até R$ 15 mil em instituições de pagamento não autorizadas. Essa decisão foi tomada com base na análise de que 99% das transações de pessoas jurídicas estão abaixo desse valor, permitindo uma resposta mais rápida a tentativas de fraude. Galípolo enfatizou que as medidas são excepcionais e permanecerão em vigor até que as instituições se adequem aos novos padrões de segurança.
Além disso, o presidente do BC afirmou que a autarquia está em constante diálogo com associações e federações do setor financeiro para fortalecer a segurança. Ele ressaltou que as fintechs e bancos legítimos não desejam a presença de criminosos em suas operações. A expectativa é que as novas medidas ajudem a mitigar os riscos associados ao crime organizado, especialmente após os recentes ataques a instituições financeiras.
O Banco Central está se preparando para um “cenário de guerra” contra o crime organizado, em resposta a operações da Polícia Federal e Receita Federal. Galípolo garantiu que a estrutura do BC não foi comprometida pelos ataques, mas a autarquia continua vigilante e proativa na implementação de novas estratégias de segurança.
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