- Traders monitoram o setor financeiro, que apresenta sinais de recuperação, enquanto aguardam revisões dos dados de emprego nos Estados Unidos.
- O Bureau of Labor Statistics divulgará uma revisão anual, com a Wells Fargo prevendo uma redução de 475 mil empregos e o Bank of America estimando até 1 milhão a menos.
- Paul Christopher, da Wells Fargo, aponta que a queda nas taxas de juros de curto prazo pode beneficiar os bancos, melhorando suas margens de lucro.
- A revisão dos dados de emprego, marcada para as 10h, pode impactar o mercado, especialmente após o relatório de agosto, que indicou um aumento de apenas 22 mil empregos.
- A Apple se prepara para lançar o iPhone 17, essencial para suas vendas, que representam mais de 51% da receita da empresa.
Os traders estão atentos ao setor financeiro, que apresenta sinais de recuperação, enquanto aguardam revisões significativas dos dados de emprego nos Estados Unidos. O Bureau of Labor Statistics divulgará uma revisão anual dos números de empregos, com expectativas de uma correção negativa. A Wells Fargo projeta uma redução de 475 mil empregos, enquanto o Bank of America estima uma queda de até 1 milhão.
Paul Christopher, da Wells Fargo, destaca que a recente queda nas taxas de juros de curto prazo pode beneficiar os bancos, melhorando suas margens de lucro. Ele afirma que a diminuição das taxas de dois anos, que caiu quase 0,5 ponto percentual, em comparação com a queda menor de 0,25 ponto nas taxas de dez anos, pode resultar em uma visão mais favorável para o setor financeiro.
Expectativas do Mercado
A revisão dos dados de emprego, programada para as 10h, pode influenciar o mercado, especialmente após o relatório de agosto, que mostrou um aumento de apenas 22 mil empregos. Se a revisão for significativa, poderá reforçar a percepção de fraqueza no mercado de trabalho, o que poderia levar o Federal Reserve a considerar cortes nas taxas de juros na próxima reunião.
Seema Shah, da Principal Asset Management, acredita que a revisão não terá um impacto substancial, a menos que os números sejam drasticamente negativos. Para ela, uma revisão acima de 1,2 milhão de empregos poderia mudar a narrativa, mas isso é considerado improvável.
Lançamento do iPhone 17
Em meio a essas expectativas, a Apple se prepara para o lançamento do iPhone 17, um evento crucial para a empresa, que depende fortemente das vendas de iPhones, representando mais de 51% de sua receita. O desempenho das ações da Apple em dias de lançamento de produtos tem sido misto, com a ação fechando inalterada após o lançamento do iPhone 16 em 2024. O evento também incluirá atualizações para o Apple Watch e AirPods, ampliando o portfólio da empresa.
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