- A Rodopetro, distribuidora de combustíveis, pediu recuperação judicial na 3ª Vara Empresarial do Rio de Janeiro.
- A juíza Maria Isabel de Araújo acolheu o pedido após a empresa acumular dívidas de R$ 184 milhões.
- A Rodopetro, ligada ao grupo Refit, sucedeu a Copape/Aster após a cassação das licenças dessas distribuidoras pela ANP em 2024.
- No pedido, a empresa responsabiliza a Petrobras e a Secretaria da Fazenda de São Paulo por sua situação financeira, alegando abuso de poder econômico.
- A recuperação judicial visa reestruturar as finanças da Rodopetro em um cenário desafiador para distribuidoras de combustíveis.
A Rodopetro, distribuidora de combustíveis, entrou com um pedido de recuperação judicial na 3ª Vara Empresarial do Rio de Janeiro. A decisão da juíza Maria Isabel de Araújo acolheu o pedido, que foi protocolado após a empresa acumular dívidas de R$ 184 milhões. A Rodopetro, ligada ao grupo Refit, sucedeu a Copape/Aster na distribuição de combustíveis após a cassação das licenças dessas distribuidoras pela ANP em 2024.
No pedido de recuperação, a Rodopetro responsabiliza a Petrobras e a Secretaria da Fazenda de São Paulo por sua atual situação financeira. A empresa alega que a Petrobras cometeu “abuso de poder econômico”, o que teria contribuído para o acúmulo de dívidas. Além disso, critica a Secretaria da Fazenda por exigir a apresentação de documentos que, segundo a Rodopetro, são desnecessários para suas operações no Estado do Rio de Janeiro.
A situação da Rodopetro se agrava em um contexto de crescente pressão sobre distribuidoras de combustíveis, especialmente após a Operação Carbono Oculto, que visou irregularidades no setor. A recuperação judicial é uma tentativa de reestruturar suas finanças e evitar a falência, enquanto enfrenta um cenário desafiador no mercado de combustíveis.
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