- Mike Repole, bilionário e cofundador das marcas de bebidas Glaceau e BodyArmor, aconselhou contra o empreendedorismo em entrevista ao canal The School of Hard Knocks.
- Ele destacou os desafios enfrentados por novos empresários e a alta taxa de falência entre startups, chamando os primeiros cinco anos de “anos de sobrevivência”.
- Repole, que fez sua fortuna ao vender a Glaceau por R$ 4,1 bilhões em 2007 e a BodyArmor por R$ 5,6 bilhões em 2021, afirmou que o sucesso não é garantido.
- Ele compartilhou suas próprias incertezas e falhas, mencionando que houve dias em que não acreditava que conseguiria.
- Repole também comentou que a busca por inovação é vista como “loucura”, mas acredita que essa ousadia é necessária para mudanças significativas.
Mike Repole, bilionário e cofundador das marcas de bebidas Glaceau e BodyArmor, surpreendeu ao aconselhar contra o empreendedorismo. Em entrevista ao canal The School of Hard Knocks, ele destacou os desafios enfrentados por novos empresários e a alta taxa de falência entre startups. Repole afirmou que os primeiros cinco anos são críticos, chamando-os de “anos de sobrevivência”.
Nascido no Queens, Nova York, Repole fez sua fortuna ao cofundar a Glaceau em 1999, que cresceu rapidamente e foi vendida à Coca-Cola por US$ 4,1 bilhões em 2007. Posteriormente, ele lançou a BodyArmor em 2011, que também foi adquirida pela Coca-Cola em 2021 por US$ 5,6 bilhões. Atualmente, seu patrimônio líquido é estimado em US$ 1,6 bilhão.
Durante a entrevista, Repole enfatizou que o sucesso não é garantido e que ele mesmo enfrentou incertezas e falhas em sua trajetória. “Houve dias em que eu não achava que conseguiríamos”, disse ele, refletindo sobre os altos e baixos do empreendedorismo. Essa perspectiva se alinha a uma tendência crescente entre empresários de sucesso, que têm se mostrado mais transparentes sobre os desafios do mundo dos negócios.
Repole também comentou sobre a natureza do empreendedorismo, afirmando que muitos veem a busca por inovação como uma forma de “loucura”. Ele acredita que essa ousadia é necessária para provocar mudanças significativas. “Pessoas loucas mudam o mundo”, concluiu.
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