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Bolsa brasileira dispara 40% em dólar após sinalização positiva do Fed

XP Investimentos prevê retornos médios de 32,1% em reais e 41,2% em dólares para ações brasileiras nos próximos 12 meses após cortes de juros do Fed

Foto: Reprodução
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  • O Federal Reserve (Fed) dos Estados Unidos iniciou um ciclo de afrouxamento monetário em 17 de setembro de 2025.
  • A XP Investimentos prevê um cenário positivo para as ações brasileiras, que historicamente têm um desempenho superior após cortes de juros nos EUA.
  • Após cortes anteriores, as ações do Brasil apresentaram retornos médios de 32,1% em reais e 41,2% em dólares nos 12 meses seguintes.
  • O MSCI Brazil registrou um retorno médio de 34,0% um ano após o primeiro corte do Fed.
  • A XP destaca que as ações brasileiras superaram os ativos de renda fixa, indicando oportunidades mais atraentes no mercado acionário.

Com o início do ciclo de afrouxamento monetário pelo Federal Reserve (Fed) dos Estados Unidos na quarta-feira, dia 17, a XP Investimentos projeta um cenário otimista para as ações brasileiras. Historicamente, após cortes de juros nos EUA, as ações do Brasil apresentam desempenho superior, com retornos médios de 32,1% em reais e 41,2% em dólares nos 12 meses seguintes.

Os dados mostram que, em comparação com benchmarks globais, as ações brasileiras superaram o MSCI Mercados Emergentes e o MSCI ACWI excluindo EUA após ciclos anteriores de cortes do Fed. O MSCI Brazil, por exemplo, registrou um retorno médio de 34,0% um ano após o primeiro corte. Essa tendência é reforçada por análises que indicam que o desempenho setorial varia conforme os cortes, com setores de commodities apresentando performance inferior antes do primeiro corte, mas se recuperando após o início do afrouxamento.

Além disso, a XP destaca que as ações brasileiras também superaram os ativos de renda fixa. Embora os títulos prefixados, medidos pelo índice IRF-M, tenham liderado os retornos dentro da renda fixa, ainda ficaram atrás da Bolsa. Esse cenário sugere que investidores podem encontrar oportunidades mais atraentes no mercado acionário brasileiro à medida que o Fed continua sua política de cortes de juros.

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