- A Azul Linhas Aéreas informou acordo com o comitê de credores quirografários para avançar no plano de reestruturação; a empresa pediu proteção sob Chapter 11 (estatutos de reorganização empresarial dos EUA) em maio, diante de pressões cambiais, impactos da pandemia e altas taxas de juros, buscando reduzir mais de US$ 2 bilhões em dívidas.
- A audiência no tribunal de Nova York para aprovar os termos está marcada para 3 de novembro de 2025; o CEO John Rodgerson disse que a empresa segue com o apoio de seus credores após negociações construtivas.
- O plano prevê que credores quirografários receberão, a seu critério, participação proporcional de até US$ 20 milhões ou participação em um fundo fiduciário.
- A Azul projeta sair do Chapter 11 no início de 2026; credores também terão a opção de subscrição que pode representar até 5,5% do capital social, após a companhia atingir US$ 3,8 bilhões em dívidas.
- O comitê incentivará a votação favorável ao plano assim que o tribunal o aprovar; a empresa distribuirá a Declaração de Divulgação e o Plano de Reorganização aos credores para análise e votação.
A Azul Linhas Aéreas anunciou, em um fato relevante, que chegou a um acordo com um comitê de credores quirografários para avançar em seu plano de reestruturação financeira. A companhia havia solicitado proteção sob o Chapter 11 nos Estados Unidos em maio, devido a pressões cambiais, impactos da pandemia e altas taxas de juros, buscando reduzir mais de US$ 2 bilhões em dívidas.
A audiência no tribunal de Nova York está marcada para 3 de novembro e decidirá sobre a aprovação dos termos do acordo. O CEO da Azul, John Rodgerson, destacou que a empresa continua a avançar com o apoio de seus principais credores, após negociações construtivas. O plano prevê que os credores quirografários receberão, a seu critério, uma participação proporcional de até US$ 20 milhões ou participação em um fundo fiduciário.
Expectativas de Saída
A Azul projeta sair do Chapter 11 no início de 2026. Os credores também terão a opção de subscrição que pode representar até 5,5% do capital social, após a empresa atingir US$ 3,8 bilhões. O comitê de credores incentivará a votação favorável ao plano assim que for aprovado pelo tribunal.
A companhia se comprometeu a contribuir com o fundo fiduciário, além de oferecer outros direitos e valores aos credores. A expectativa é que, após a aprovação, a Declaração de Divulgação e o Plano de Reorganização sejam distribuídos aos credores para análise e votação.
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