- Brava Energia assinou acordo para adquirir 50% da Petronas nos campos Tartaruga Verde e Módulo III de Espadarte, na Bacia de Campos, por US$ 450 milhões.
- O pagamento ocorre em etapas: US$ 50 milhões na assinatura, US$ 350 milhões no fechamento (1º de julho de 2025) e duas parcelas de US$ 25 milhões em 12 e 24 meses após o fechamento.
- A conclusão da operação está prevista para 2026, sujeita a aprovações do Cade e da Agência Nacional do Petróleo (ANP); a Petrobras continua como operadora dos ativos com os demais 50%.
- Em 2025, os ativos devem registrar produção média total de about 55,6 mil barris de óleo equivalente por dia, com foco na diversificação do portfólio e retorno aos acionistas.
- Houve mudança na liderança da Brava: Décio Oddone renunciou à presidência, que será assumida por Richard Kovacs a partir de 1º de fevereiro.
A Brava Energia assinou acordo para comprar 50% da participação da Petronas no campo de Tartaruga Verde e no Módulo III do campo de Espadarte, ambos na Bacia de Campos, por US$ 450 milhões. A operação foi anunciada nesta sexta-feira, poucos dias após a Brava confirmar a troca de seu presidente executivo.
A transação reforça o objetivo da Brava de diversificar o portfólio e ampliar o retorno aos acionistas, mantendo a busca por novas oportunidades. A Petrobras é a operadora dos ativos e detém os outros 50% da participação.
O acordo prevê pagamento de US$ 50 milhões na assinatura e US$ 350 milhões no fechamento, sujeito a ajustes relacionados à data efetiva da transação, prevista para 1º de julho de 2025. Futuras parcelas de US$ 25 milhões ocorrerão em 12 e 24 meses após o fechamento.
Estimativas indicam que, na referência de 100% dos ativos, Tartaruga Verde e Espadarte Módulo III registraram produção média de cerca de 55,6 mil barris de óleo equivalente por dia em 2025, maioritariamente óleo. O negócio envolve apenas metade dos ativos.
A conclusão da operação está prevista para ocorrer ainda em 2026, sujeita às aprovações usuais, incluindo os pareceres do Cade e da ANP. A Brava tem indicado que continuará avaliando oportunidades estratégicas de revisão de portfólio para gerar valor aos acionistas.
Décio Oddone renunciou ao cargo de presidente, com Richard Kovacs assumindo a presidência a partir de 1º de fevereiro. Kovacs já participava do conselho de administração da Brava e afirmou que a transação está alinhada à estratégia de revisão de portfólio da empresa.
Além disso, a Brava ressaltou que manterá a busca por oportunidades estratégicas, com foco em retorno ajustado a riscos, diversificação de ativos e eficiência na alocação de capital. A empresa destacou que continuará avaliando novas operações de fusões e aquisições.
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