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Grupo Votorantim está próximo de vender a CBA para a Chinalco, dizem fontes

Grupo Votorantim pode vender a CBA à Chinalco por cerca de R$ 6,3 bilhões, seguida de oferta pública de aquisição das participações minoritárias; acordo ainda não assinado

A CBA tem um valor de mercado em torno de R$ 6,3 bilhões
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  • A Chinalco está perto de fechar acordo para adquirir o controle da Cia Brasileira de Alumínio (CBA), do Grupo Votorantim, segundo fontes familiarizadas ouvidas pela Bloomberg News.
  • O valor de mercado da CBA é estimado em torno de R$ 6,3 bilhões; o acordo ainda não foi assinado e pode não se concretizar.
  • Em seguida, a Chinalco faria uma oferta pública de aquisição (OPA) das participações minoritárias, nas mesmas condições.
  • O Grupo Votorantim buscava parceiro para investir US$ 2,5 bilhões no projeto Rondón, na Amazônia, e a Chinalco demonstrou interesse em adquirir o controle da CBA.
  • Não houve comentários por parte da Chinalco, do Grupo Votorantim nem da CBA.

O Grupo Votorantim está perto de vender a Cia Brasileira de Alumínio CBA para a chinesa Chinalco, segundo pessoas familiarizadas com o tema ouvidas pela Bloomberg News. O negócio envolve o controle da empresa brasileira.

A Chinalco compraria o controle da CBA e, em seguida, apresentaria uma oferta pública de aquisição das participações minoritárias, em condições equivalentes, informaram as fontes. O valor de mercado da CBA é estimado em cerca de R$ 6,3 bilhões.

As negociações ainda estão em curso, o acordo não foi assinado e pode não se concretizar, conforme as fontes. A operação ocorre em meio a buscas de parcerias para projetos da CBA e ajustes estratégicos.

Interesses e perspectivas

O Grupo Votorantim vinha buscando um investidor para um aporte de US$ 2,5 bilhões no projeto Rondón, que envolve uma mina de bauxita na Amazônia. A Chinalco demonstrou interesse em obter o controle da CBA, segundo as mesmas fontes. As partes não comentaram o assunto.

As tentativas de confirmação não obtiveram retorno por parte da Chinalco e do Grupo Votorantim. A CBA também não comentou sobre o assunto. As informações são de fontes que pediram anonimato por não haver anúncio público.

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