- O TCU aumentou o sigilo da inspeção sobre a liquidação do Banco Master, alterando a classificação de sigiloso para sigiloso com exigência de autorização específica de leitura.
- A mudança foi solicitada pela Secretaria-Geral de Controle Externo do tribunal para evitar vazamentos de informações confidenciais classificadas pelo Banco Central.
- O relator, ministro Jhonatan de Jesus, acolheu a solicitação com o conhecimento e ciência do Banco Central.
- O Banco Central terá acesso a todas as peças do processo sempre que necessário.
- A inspeção busca verificar se o BC se antecipou na decisão de fechar o Banco Master; o relatório da equipe técnica já foi entregue ao ministro, que deve emitir um relatório e uma decisão.
O Tribunal de Contas da União aumentou o sigilo no processo de inspeção sobre a liquidação do Banco Master. A mudança foi anunciada no mesmo dia em que foi divulgado que o Banco Central passou a ter acesso a todas as peças do inquérito, quando necessário.
Segundo nota oficial do TCU, a classificação de confidencialidade evoluiu de sigiloso para sigiloso com exigência de autorização específica de leitura, a pedido da Secretaria-Geral de Controle Externo. A alteração busca evitar vazamentos de informações sigilosas.
A decisão de alterar o acesso foi acolhida pelo relator, ministro Jhonatan de Jesus, com o conhecimento do Banco Central. O BC poderá consultar qualquer peça do processo conforme a necessidade.
O que está em análise
A inspeção tem como objetivo verificar se o BC se antecipou na decisão de fechar o Banco Master. Técnicos do TCU entregaram o relatório da inspeção ao ministro na semana passada.
Próximos passos
Com a entrega do relatório, o ministro deve elaborar um relatório e, em seguida, uma decisão. A apuração continua em andamento, sem data definida para conclusão.
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