- Em apenas seis meses, o concierge corporativo no Brasil registrou mais de 9 mil atendimentos, com 77% concentrados em emergências e problemas logísticos de viagens aéreas.
- O serviço é visto como uma central ágil de resolução para alterações de voo, conexões perdidas, reacomodações e suporte emergencial a executivos, não apenas para experiências de luxo.
- Soluções relacionadas a restaurantes e tickets somam 20% das demandas, enquanto pacotes de viagens (focados em lazer) representam apenas 1%.
- As projeções da Biosfera Copastur para 2026 apontam crescimento rápido, com cenário base de 22.500 atendimentos anuais (+25%), chegando a até 26.100 (+45%) no cenário mais otimista.
- A tendência indica maior demanda por segurança, rastreabilidade e suporte a colaboradores durante viagens empresariais.
O tempo de atendimento de concierge corporativo no Brasil tem sido dominado por emergências e problemas logísticos em viagens aéreas, representando 77% das solicitações. Isso envolve alterações de voos, conexões perdidas, reacomodações e suporte emergencial a executivos em deslocamento.
O levantamento foi realizado pela Biosfera Copastur, com base em 9 mil atendimentos somados ao longo de seis meses. O objetivo é mapear demandas reais do serviço de concierge empresarial.
Segundo a empresa, o serviço funciona como uma central de resolução ágil para logística e vida prática, indo além de experiências de alto padrão que antes eram associadas ao setor.
Dados-chave do levantamento
Restaurantes e tickets somam 20% das solicitações, enquanto pacotes de viagens voltados ao lazer representam apenas 1% das demandas. Esses números ajudam a entender o foco do serviço.
As projeções para 2026 indicam crescimento expressivo, com estimativa de 22.500 atendimentos anuais, alta de 25% frente ao período analisado. No cenário mais otimista, o volume pode chegar a 26.100 requisições (+45%).
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