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Philip Gregan deixa a New Zealand Winegrowers

Anishka Jelicich assume a liderança da New Zealand Winegrowers, enquanto Gregan se afasta em junho de 2026 após vinte e quatro anos, destacando pesquisa de classe mundial

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  • Philip Gregan deixa a frente da New Zealand Winegrowers em junho de 2026, após 24 anos no cargo.
  • Anishka Jelicich foi confirmada como substituta, vindo da Pernod Ricard.
  • Durante sua gestão, as exportações de vinho da Nova Zelândia chegaram a 288,772 milhões de litros em 2025, com valor de NZ$ 2,1 bilhões em mais de 100 países.
  • Marcos-chave incluem a assinatura do Acordo de Livre Comércio com a Austrália na década de oitenta e o reconhecimento internacional do Sauvignon Blanc e da sustentabilidade.
  • Para o futuro, destacam-se os programas Sauvignon Blanc 2.0 e Next Generation Viticulture no Bragato Research Institute, visando inovação e adaptação ao climate change; Marlborough enfrenta expectativa de downturn.

Philip Gregan deixa a liderança da New Zealand Winegrowers após 24 anos, com Anishka Jelicich anunciada como substituta, a partir de junho de 2026. A transição ocorre pouco depois de Gregan confirmar a aposentadoria no mesmo período. O anúncio encerra uma fase de gestão marcada por expansões e desafios climáticos.

Gregan foi CEO da instituição, que representa o setor, desde 2002. Durante sua gestão, o volume exportado de vinho da Nova Zelândia atingiu 288,772 milhões de litros em 2025, segundo o Relatório Anual da organização. Em 1983, ele ingressou no setor, quando a produção era menor e o mercado externo ainda era incipiente.

O histórico de ações de Gregan inclui a promoção de Sauvignon Blanc como símbolo de qualidade e a aposta em práticas de sustentabilidade. Ele destaca a importância do Bragato Research Institute e o programa Sauvignon Blanc 2.0, voltados a clones e adaptação ao clima, bem como o Next Generation Viticulture para inovação no manejo das vinhas.

O executivo aponta que mudanças no cenário global — como a abertura de mercados após a assinatura de acordos comerciais na década de 1980 — foram turning points para o setor. Além disso, ele ressalta uma boa relação com a Austrália, com atuação conjunta em eventos de degustação e marketing.

Sobre o futuro da pesquisa e da produção, Gregan acredita que a inovação continuará a sustentar o crescimento da Austrália-Neo Zealand wine. Em Marlborough, há sinais de aperto financeiro para viticultores, com projeções de dificuldades nos próximos anos. Em sua visão, a continuidade da inovação permanece essencial para manter a imagem internacional dos vinhos kiwis.

No momento da aposentadoria, Gregan afirma que não tem planos firmes, apenas a expectativa de tempo para decidir os próximos passos. Ele destaca que o aprendizado ao longo da carreira aponta que nada fica igual por muito tempo e que manter-se conectado aos desejos do consumidor é crucial para não perder o mercado.

As mudanças ainda aguardam confirmação formal pela organização, e a nomeação de Anishka Jelicich, oriunda da Pernod Ricard, já foi anunciada como próxima presidenta executiva. A transição está prevista para ocorrer em junho de 2026.

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