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Pessôa afirma não haver evidência de que jornada no Brasil seja longa

Economista afirma que Brasil não registra excesso de jornada; dados globais apontam padrão normal, enquanto Ásia tem jornadas mais longas

Samuel Pessôa, pesquisador da Fundação Getulio Vargas (FGV) e chefe de pesquisa da Julius Baer Brasil, em entrevista ao WW
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  • Economista Samuel Pessôa afirma que não há sinais de excesso de jornada no Brasil, com base em dados globais.
  • Ele diz que a carga horária brasileira está dentro de padrões considerados normais para o mercado de trabalho.
  • A avaliação se aplica também à América Latina, segundo o pesquisador.
  • Em contraste, países asiáticos costumam ter jornadas de trabalho mais longas.

O Brasil não apresenta sinais de excesso de jornada de trabalho no momento, segundo Samuel Pessôa. Ele é pesquisador associado do FGV Ibre e chefe da pesquisa econômica da Julius Baer Brasil. A afirmação foi feita em entrevista à CNN durante o programa especial O Futuro da Jornada de Trabalho no Brasil.

Dados globais sobre a carga horária indicam que a jornada brasileira está dentro de padrões normais. A avaliação se aplica não apenas ao Brasil, mas também à América Latina como um todo, em contraste com nações asiáticas, onde as jornadas costumam ser mais longas.

Pessôa acrescentou que o crescimento econômico de alguns países asiáticos está relacionado a jornadas mais extensas, entre outros fatores. Para o especialista, o ponto central é a ausência de sinais de sobrecarga generalizada para os trabalhadores brasileiros.

A análise, sob uma perspectiva internacional, sustenta que o Brasil não se encontra em uma situação de excesso de horas trabalhadas. O estudo destaca que outros elementos influenciam o ritmo de crescimento, além da duração da jornada.

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