- O Índice de Confiança do Consumidor (ICC) subiu 1 ponto em abril, para 89,1 pontos, segundo a Fundação Getulio Vargas (FGV Ibre).
- É o maior patamar desde dezembro de 2025, quando também ficou em 89,1 pontos.
- A analista Anna Carolina Gouveia disse que a continuidade da alta na confiança depende do contexto macroeconômico, especialmente da permanência de uma inflação comportada.
- O contexto macroeconômico é apontado como o principal fator para manter a tendência de alta do ICC.
O contínuo aumento da confiança do consumidor depende do contexto macroeconômico, em especial da manutenção de uma inflação contida. A observação é da economista Anna Carolina Gouveia, do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (FGV Ibre). Ela destacou a relação entre o desempenho do indicador e o cenário de preços.
O Índice de Confiança do Consumidor (ICC) de abril foi divulgado pela FGV nesta sexta-feira, 24. O índice fechou o mês em 89,1 pontos, alta de 1 ponto em relação a março e o maior patamar desde dezembro de 2025, também em 89,1 pontos. A leitura representa a segunda elevação consecutiva do ICC.
Contexto macroeconômico
Para a pesquisadora, a continuidade da confiança elevada depende da permanência de uma inflação comportada, cenário que pode sustentar ganhos de renda real e gasto das famílias. O índice reflete percepções sobre a economia, condições de vida e expectativas para o futuro próximo.
Outra leitura relevante é a confirmação de que o ICC mantém trajetória de recuperação gradual, associada a sinais de recuperação do mercado de trabalho e de condições de crédito. A FGV divulgou os números oficiais e destacou a importância do quadro inflacionário estável para sustentar esse movimento.
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