- Lucro líquido ajustado de R$ 1,01 bilhão no 1º trimestre de 2026, alta de 33,6% frente ao mesmo período de 2025; crescimento de 51,2% ante o quarto trimestre de 2025.
- EBITDA ajustado de R$ 2,96 bilhões, aumento de 23,2% em relação aos três meses de 2025 e valorização de 24,6% frente ao trimestre anterior.
- Receita líquida de R$ 16,72 bilhões no 1º trimestre, queda de 3,8% anual; composição: América do Norte 54,9%, Brasil 41,3% e demais países da América Latina 8,2%.
- Na América do Norte, volumes retomados após a sazonalidade de fim de ano, com ambiente de preços mais favorável e disciplina operacional.
- No Brasil, sazonalidade mais alta e importações de aços planos pressionam volumes e preços; inflação e gargalos logísticos, agravados pelo conflito no Oriente Médio, também influenciam o setor.
A Gerdau apresentou lucro líquido ajustado de R$ 1,01 bilhão no primeiro trimestre de 2026, desempenho que representa um aumento de 33,6% ante o mesmo período de 2025. Em comparação com o quarto trimestre de 2025, houve avanço de 51,2%. O EBITDA ajustado ficou em R$ 2,96 bilhões, (+23,2% vs 1T66) e teve alta de 24,6% em relação ao trimestre anterior.
A receita líquida do 1T26 atingiu R$ 16,72 bilhões, com queda anual de 3,8%. A composição por região mostrou 54,9% da receita na América do Norte, 41,3% no Brasil e 8,2% nos demais países da América Latina. A companhia cita fatores regionais para explicar os números.
A recuperação de volumes na América do Norte refletiu a reabertura pós sazonalidade do fim de ano, com ambiente de preços mais favorável e disciplina operacional. No Brasil, a sazonalidade acima do usual, associada a altas importações de aços planos, pressionou volumes e preços.
Nos demais países da América do Sul, os resultados variaram. Argentina e Uruguai enfrentaram maior presença de produtos importados e oferta adicional no mercado. Por outro lado, o Peru apresentou resultados sólidos, com melhoria de volumes e do mix de vendas, especialmente para construção civil.
Desempenho por região
- Na América do Norte, a recuperação de volumes foi acompanhada por preços mais favoráveis e gestão eficiente de operações.
- No Brasil, pressão de importações e sazonalidade impactaram o desempenho de vendas no período.
- Em países vizinhos da região, houve ganhos ou retrações conforme a dinâmica de oferta e demanda local.
Conteúdo originalmente publicado no Valor PRO, serviço de informação em tempo real do Valor Econômico.
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